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Basile Estudo Orientado - Aulas Particulares na mídia
2016/01/14 19:23:20
AJUDA NA HORA CERTA
 
Com método próprio, escola oferece aulas personalizadas para várias situações.
 
A criadora da Basile estudo orientado é a Psicopedagoga Maria Tereza Gomes Basile. Ela acumulou mais de duas décadas de experiência em aulas de reforço. Iniciou seu trabalho na Escola Vésper, fundada pela sua mãe, a professora Nívea Gomes Basile, já falecida."Ela foi minha professora desde criança e com ela aprendi a gostar de Educação. E sei que é isso o que quero fazer por muito tempo ainda", diz.
 
Maria Tereza informa que a Basile faz um programa de Estudos para o aluno "de acordo com as dificuldades e necessidades que ele apresenta com relação à matéria", diz a psicopedagoga.
Feito o planejamento, o aluno tem aulas individuais com professores experientes no assunto. Preparados por Maria Tereza, os professores da Basile, segundo ela, "além de experientes passam para os alunos a motivação de que eles precisam no aprendizado". E ao tornar os estudos uma tarefa agradável e proveitosa, o aluno aprende e ganha mais autonomia e independência.
 
As dificuldades de aprendizado, explica ela, têm vária fontes: "Pode ser por conta de déficits de atenção, dislexia, hiperatividade ou porque o aluno descuidou dos estudos e recorre às aulas de reforço no sentido de recuperar o tempo perdido". Ela lembra que a participação e apoio da família são muito importantes.
 
No caso dos vestibulares para os cursos mais concorridos, como medicina e engenharia, os alunos precisam de reforço nas matérias que eles não dominam. "Fazemos um planejamento e o orientamos para um melhor aproveitamento em seus estudos". A Basile também tem Curso de Redação, Orientação Vocacional e Coatching Psicopedagógico.
 
Maria Tereza informa que a Escola oferece, sem custos, uma entrevista para análise das necessidades e propostas das grades da Estudos individualizados para cada aluno. (GA)

jan 2016






Como saber quando é:

Desatenção, TDA, TDAH, preguiça ou falta de motivação?

Essas dúvidas devem ser analisadas com muita atenção e exigem uma 

observação atenta, profunda e, muitas vezes, requerem uma abordagem 

multidisciplinar.

Vamos por etapas. Primeiro vamos entender a diferença entre TDA e TDAH, 

também chamados de DDA e DDAH, respectivamente.

TDA= Transtorno do déficit de atenção.

TDAH= Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade.

O TDAH, na verdade, é um transtorno neurológico de causas genéticas e 

reconhecido pela Organização Mundial da Saúde. Desde a infância o portador 

de TDAH apresenta desatenção, inquietude e impulsividade, sendo que esses 

sintomas permanecerão durante toda a vida. A hiperatividade tende a melhorar 

Já no TDA, o indivíduo apresenta somente o déficit de atenção não associado à 

hiperatividade, como no TDAH.

Nas crianças, o TDAH vem associado à dificuldade escolar, tanto no conteúdo 

como no relacionamento com as outras crianças, professores e com os próprios 

pais. É muito comum serem chamadas de “avoadas”, “vivem no mundo da lua”.

A hiperatividade se caracteriza, como o próprio nome diz, por um excesso de 

atividade, a criança não para quieta, diz-se que “tem bicho-carpinteiro”, “é 

elétricas”, “ligada no 220”. 

Logo, o TDAH tem associadas a falta de atenção e a hiperatividade (o que é 

O TDA é basicamente uma disfunção geneticamente herdada do córtex pré-

frontal devido, em parte, à deficiência de um neurotransmissor: a DOPAMINA. 

O diagnóstico final deve, necessariamente, ser feito por um profissional da área 

médica, em geral, um neurologista ou um psiquiatra, que receitará uma 

medicação para suprir a falta desse neurotransmissor. Em geral, o uso da 

Ritalina, Conserta ou algum outro medicamento de última geração atua no 

cérebro do portador, fazendo às vezes da dopamina, compensando essa 

deficiência. Assim, o sintoma é tratado, normalmente a concentração e o foco 

são restabelecidos durante a atuação do medicamento.

As dosagens dão um pouco de trabalho para serem acertadas, mas os 

resultados valem a pena. Ressalto, novamente, que esse diagnóstico final e 

medicamentoso só pode ser feito por um médico. Essa é uma diferença 

significativa entre uma simples desatenção e um quadro de TDAH ou TDA. A 

desatenção simples não deve ser tratada com medicamentos, somente 

desenvolvida e treinada com exercícios de foco e concentração. A ajuda de um 

profissional, como um professor ou um psicopedagogo(a), além da colaboração 

do “desatento”, é suficiente. Esse é um quadro de caráter mais transitório.

O mesmo vale para a preguiça e a desmotivação. Se muito acentuadas, é bem-

vinda a ajuda e intervenção de um psicopedagogo ou psicólogo, que podem 

auxiliar a detectar e superar eventuais causas emocionais que desencadeiem 

esses processos.

Pais, professores, psicopedagogos e psicólogos podem e devem observar 

atentamente as crianças. Havendo suspeitas de que o grau de desatenção e/ou 

agitação atingem patamares altos e, principalmente, constantes, devem 

encaminhar essas crianças ou jovens a um médico especialista, para que esse 

profissional confirme ou não o diagnóstico e, eventualmente, entre com 

medicação adequada, se for o caso.

É um processo trabalhoso e delicado, que deve receber a devida atenção. De 

qualquer forma, há soluções! A preguiça, a desatenção e a falta de 

concentração podem ser treinadas, melhoradas e vencidas, assim como o TDA e 

o TDAH, se diagnosticados corretamente, poderão ser tratados com 

medicamentos. O neuroestimulante que age como um “substituto” para a 

dopamina no cérebro, leva o indivíduo a restabelecer sua atenção e a poder ter 

o seu processo de aprendizagem restabelecido em patamares mais 

confortáveis, assim como o hiperativo consegue ficar um pouco mais tranquilo e 

exercer melhor seu papel de estudante e suas outras atividades.

Ficar atento, observar e agir são essenciais em todos os casos. 

Falaremos mais sobre esses e outros assuntos ligados à educação e 

aprendizagem nas próximas matérias. Esperamos ter podido colaborar um 

pouco e elucidado algumas dúvidas.
 

Até breve,

Maria Tereza Gomes Basile - Psicopedagoga

Revista DK - setembro de 2015


 
Trabalhos oferecidos pela Basile estudo Orientado - Aulas Particulares
2016/01/13 18:12:07

Vestibulinhos
Vestibulares
Apoio e suporte total 
para você passar de ano ou se preparar para as matérias específicas e para a REDAÇÃO de concursos públicos e vestibulares.
De janeiro a janeiro você pode contar com a Basile.

19 anos de experiência no ensinar e orientar a aprender!

Basile Estudo Orientado 
Aulas Particulares 
RECUPERAÇÕES 
Aulas Particulares de todas as matérias 

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Vestibulares Fuvest 2ª fase
2016/01/11 21:11:03
Aqui você pode digitar o inicio de seu post. Ele será exibido na página principal de seu blog.
* Geração Y: “O jovem de hoje acha que a vida é uma festa openbar”.
2016/01/11 19:08:52

* Geração Y: “O jovem de hoje acha que a vida é uma festa openbar”.

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    Diretor do laboratório de inovação e empreendedorismo e sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, Ademar Bueno, é um professor universitário diferente. Ele dá aulas, mas também desenvolve projetos paralelos com os jovens para que empreendam. Atualmente,está desenvolvendo uma série de mini-documentários sobre o Movimento Y, que fala da geração conhecida pela mesma consoante. Seu papel não é tanto o de transmitir o conhecimento na forma tradicional das aulas, mas sim de orientar e ajudar o aluno a desenvolver-se na profissão escolhida através do coaching, atividade que exerce há 18 anos.

Pergunta: A Geração Y é conhecida pelos jovens de classe média que às vezes nem estudam, nem trabalham. Também por aqueles que não amadurecem. Sem contar os que ficam na casa dos pais até os 30 ou mais. De onde surgiu a ideia de fazer um documentário sobre eles?

Resposta: Eu tenho muito contato com os alunos na Universidade e principalmente com os que saem da faculdade. E eu escuto deles que ao invés de ter certeza do que querem fazer, saem mais perdidos do que quando entraram. Essa geração recebeu as maiores oportunidades da história mas não tem propósito e sai ao mercado de trabalho sem conseguir alinhar estudo com atuação profissional. Esses jovens entraram na faculdade entendendo que o Brasil é a bola da vez, não o país do futuro, como na geração anterior. Então eles pensavam que seria fácil. E a situação econômica reforçou a visão educacional que os pais passaram aos filhos. O que eu quero com os vídeos é trabalhar isso em várias esferas. Quero criar o Movimento Y para que eles possam alinhar sonhos, valores e formação, porque os empregadores e educadores não estão conseguindo ajudá-los neste sentido, porque são de gerações diferentes.

P. E, até o momento, qual é o diagnóstico?

R. Percebemos que eles receberam tudo pronto. É uma geração cujos pais conseguiram uma série de conquistas, onde ambos trabalhavam e, em alguns casos, tentam suprir essa ausência ofertando benefícios materiais e financeiros. Principalmente para que esses jovens não precisassem passar pelas necessidades que eles passaram. É uma geração que não tem experiência profissional nem de vida. O grande desafio da vida deles é passar no vestibular. E ele acha que seguindo o roteiro de entrar na faculdade e conseguir um estágio automaticamente resulta em êxito profissional. Só que quando ele chega ao mercado ele encontra um chefe diferente. É a primeira vez que ele vai ouvir não, que terá que confrontar ideias. E ele não tem isso desenvolvido, o que chamamos de senso de frustração.

P. E eles têm consciência disso?

R. A justificativa que ouvimos deles é “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender essa geração nem encaixá-la nos perfis ou vagas que possuem.

P. E como se conserta isso? Porque se ele sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com ele, é uma situação complicada…

R. O que estamos tentando fazer é mudar o processo motivacional, porque ele está deturpado. Antes de criar um desejo esse jovem já recebe uma recompensa. São crianças de 12 anos ou menos que ganham um iPhone sem saber a utilidade daquilo. A ideia é simples: você chama o jovem para um desafio, não vale uma disciplina obrigatória, ele precisa estar aberto a isso. Depois, explicamos que ele precisa participar do processo da criação de um projeto. Só que descontruímos o projeto. E quem vai determinar o desafio, o desejo, o objetivo final, é ele. Nosso papel é orientar.

P. E funciona?

R. Em 1996 desenvolvi um projeto nacional para dar sentido de vida para os jovens universitários através do terceiro setor. Funcionou muito bem, surgiram ótimas ideias de empresas e sustentabilidade. Estamos começando agora uma turma de empreendedores políticos para um país sustentável, a RAPS. Tivemos 171 inscrições de jovens de 20 estados do Brasil. De diversas classes sociais, um da periferia do Rio, outro que estuda com bolsa em Harvard e outro que tem um projeto social na Cidade Tiradentes. São jovens que querem achar um sentido para sua vida por meio de uma atuação político-institucional. Se você dá oportunidade e orienta, o resultado é maravilhoso. Existe essa oportunidade na área de empreendedorismo, sustentabilidade e política. Se esta geração está tão bem preparada, fala línguas e são conectados, é uma grande oportunidade oferecer um sentido bacana para eles dentro daquilo que o país precisa, que são essas três áreas.

P. Será que convém esperar a que cheguem na Universidade para mudar essa mentalidade?

R. Eu convivo com esse público e a sensação que eu tenho é que a maioria dos jovens desta geração acham que vieram para o mundo pensando que é uma festa openbar. Que eles merecem uma festa, receber do bom e do melhor. Só que não pensam que alguém precisa colocar a bebida para gelar, organizar e arrumar a bagunça depois. Eles precisam ralar, arriscar, aprender, refazer, não desistir, como sempre foi, seja na Universidade ou na vida. Não é porque nasceram com a internet que o mundo vai mudar por conta disso. Existe um período de ajuste geracional que esse pessoal terá que encarar e isso começa em casa.

P. E o papel dos pais? Mudou?

R. Acho que grande parte da existência da geração Y está relacionada ao novo modelo de casamento e relações familiares. Ninguém precisa assumir nada com ninguém para ter sexo, nem namorar, muito menos casar. A relação social do casamento está totalmente diferente e isso influencia essa geração porque eles crescem com a liberdade de fazer o que querem, na hora que querem. Antes morar com os pais era um sinal de fracasso. Eles agora assumem que não têm a necessidade de casar, porque seria um compromisso financeiro para constituir família.

P. É uma questão de imaturidade, então

R. O fim da adolescência e o início da vida adulta sempre foi entendido que terminava aos 21 anos. As recentes pesquisas de neurociência indicam que agora a adolescência acaba entre 26 e 28 anos. Isso significa que antes disso eles não têm o cérebro definido e as decisões de livre arbítrio também não estão desenvolvidas. Já se sabe que as crianças que cresceram jogando videogame têm um desenho cerebral diferente, mas a imaturidade também faz parte. É por conta dela que eles têm medo de encarar desafios, de querer tudo pronto. Eles optam por uma oferta de conforto por mais tempo até entenderem que precisam sair e encarar a vida.

 Compartilhando o artigo publicado por http://blog.comshalom.org/carmadelio/49148-o-jovem-de-hoje-acha-que-a-vida-e-uma-festa-openbar



Vestibulandos, A basile Estudo orientado - Aulas Particulares lhes deseja BOA SORTE!
2016/01/11 19:05:40

Vestibulando: 
A Basile Estudo Orientado - Aulas Particulares em nome de toda a equipe, deseja-lhe sucesso e ótima prova!

 
Depoimento de pais e alunos da Basile Estudo orientado - Aulas Particulares
2016/01/06 19:11:44

  Minha filha terminou o primeiro colegial em 2014. Foi um ano muito difícil com muitas 
 
recuperações e professores particulares. 
 
Em meados de 2015, no segundo colegial, ficou claro que ela não sabia estudar. 
  
Comentamos com amigos que nos indicaram a Basile. Lá fomos atendidos pela Maria Tereza 
 
que nos expôs a proposta pedagógica da instituição. Concordamos e apostamos.
 
Durante o segundo semestre minha filha passou muitas tardes na Basile, elogiava os 
 
professores e o ambiente. Passou a fazer as provas da escola com segurança e tirou notas 
 
ótimas. 
 
Conclusão: passou de ano direto sem recuperação e o principal, esta mais segura. 
 
Recomendo a Basile de olhos fechados.
 

Adriana e Carlos Thenn de Barros F. 
pais da aluna Fernanda  -  2º ano do ensino médio de colégio renomado de São Paulo.

05/01/2016

 A Basile me socorreu na hora que eu mais precisava. 

Eu estava terminando meu curso de licenciatura e 
não tinha condições de acompanhar meus 2 filhos nas questões escolares.
Eles começaram a estudar na Basile e melhoraram muito nas notas. 
Eu me sentia sossegada, porque sabia que estavam em boas mãos. 
Minha filha que tem discalculia até tirou 10 (dez) na prova de matemática. 
Além disso, o ambiente de estudo e os professores foram 
uma influência muito positiva para os meus filhos.

19/11/2015 Luciana (mãe de Toshio e Yuka)

  Acolhida, é assim que me senti logo na primeira visita, lá fui compreendida, souberam exatamente como lidar com as minhas dificuldades (matemática), e sei que posso contar com eles, ótima estrutura, atendimento e principalmente a atenção com cada um.  17/06/2015 Bianca Santos de Cerqueira  5 estrela

   

 Acredito que desde que eu entrei na Basile, melhorei em várias matérias,
especialmente por causa das aulas que foram muito boas e explicativas. 
Foi uma experiência muito legal e que vou levar para o resto da minha vida.

 Matheus Marks Ribeiro 2015


  Na Basile tive a oportunidade de aprender a organizar meus estudos, 
dando prioridade as matérias em que sempre tive muita dificuldade. 
Os professores são extremamente qualificados e atenciosos, 
todas as dúvidas são solucionadas no momento em que surgem, 
além de encontrar materiais de consulta excelentes. 
O ambiente é ótimo!

A foto do perfil de Paula CabralPaula Menezes Cabral 2015

  

   Venho aproveitando bastante as aulas na Basile  
pois o curso possui excelentes professores e 
também excelente material para estudo, 
todas dúvidas que tenho são explicadas claramente 
e estão me ajudando muito para meu vestibular.

Leonardo Damas 2015

  •  Raquel Baldo VidigalRaquel Baldo Vidigal Recomendo muito
     

  • Carmen Gattás
     Eu também!!!

     
           Maria Luisa Basile Wendriner Tê, os meninos passarem no CAE,
    o Fred com quase B e o Antonio com quase A, parabéns pelo ótimo trabalho e muito obrigada!
    Agora o Fê vai voltar para fazer a Orientação Vocacional

        Cenira De Paula Sato Querida que saudades! Exemplo de educadora!  
         Não mede esforcos para ver seu objetivo alcançado. Parabéns TETE bjs

      Marta Rosenberg Beznos MUITO grata com belo trabalho de vocês!!! Parabéns :))
6 Total de ítens



TEL: 3022-2263 3022-2264
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