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2015/08/21 13:02:08
A prática de dar e receber feedback melhora os resultados da aprendizagem, pois autodireciona e proporciona automaticamente a autoreflexão sobre seu comportamento de forma crítica (ZEFERINO, DOMINGUES e AMARAL, 2007).


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Gilberto Gil e Caetano Veloso
2015/08/21 12:49:48
Gilberto Gil e Caetano Veloso
Pura emoção! 
Show histórico! Música  inédita:
As camélias do Leblon
Maravilhoso!
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Em um show de quase duas horas, Caetano Veloso e Gilberto Gil iniciaram no Citibank Hall, em São Paulo, na noite desta quinta-feira (20), a etapa brasileira da turnê "Dois amigos, um século de música". A excursão comemora os 50 anos de carreira de ambos. O repertório da "estreia" foi marcado por hits e uma surpresa.

Logo após "É de manhã", que Caetano conta ser sua música mais antiga, ele emendou: "Agora vamos cantar a mais nova. Terminamos de fazer de madrugada. Ainda mal sabemos, mas é a canção inédita que vamos lançar aqui agora".

A seguir, vem um samba gostoso com um verso repetitivo: "As camélias do quilombo do Leblon" (ouça no vídeo acima).

Na sequência, Caetano assume o protagonismo, até então dividido, com as faixas "Sampa", "Terra", "Nine out of ten" e "Odeio você".

Na parte final do show, a situação se inverte. Caetano deixa o violão de lado e se torna quase um espectador vip de Gil, que levanta o público com "Expresso 2222" e "Toda menina baiana", essa última com direito a uma dancinha de Caetano. Os fãs aprovaram.

O público, que havia começado o show tímido e cantando baixinho, quase que com vergonha de aparecer demais, aos poucos foi se soltando e chegou a se levantar nas músicas finais. O bis teve a trinca "Desde que o samba é samba", "Domingo no parque" e "Tieta", que terminou com o auditório cantando 'a luz de tieta-eta-eta' à capela até a saída dos músicos.

Teria sido um final belíssimo, mas a plateia queria mais. E conseguiu. Caetano e Gil voltaram mais uma vez ao palco para tocar "Leãozinho" e encerrar com "Three little birds", cover de Bob Marley. O show terminou, mas com uma sensação que poderia ter continuado madrugada adentro.

A dupla ainda toca em São Paulo até domingo (23), mas todos os ingressos estão esgotados. Na segunda-feira (24), começam as vendas para uma apresentação extra, marcada para outubro.

Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Caetano Veloso sorri ao lado de Gilberto Gil no 1º dos três shows deles no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso sorri ao lado de Gilberto Gil no 1º dos três shows deles no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Gilberto Gil fecha os olhos tocando ao lado de Caetano Velos no 1º do shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Gilberto Gil fecha os olhos tocando ao lado de Caetano Velos no 1º do shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)

fonte:
http://g1.globo.com/sao-paulo/musica/noticia/2015/08/caetano-veloso-e-gilberto-gil-tocam-musica-inedita-em-show-em-sao-paulo.html

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Exposição traz ao Brasil pinturas da mexicana Frida Kahlo
2015/08/16 22:55:52

Frida Kahlo
Frida Kahlo no 'Autorretrato con Monos', de 1943
Frida Kahlo no "Autoretrato com monos" de 1943

Em sua viagem ao México, em 1938, o poeta francês André Breton ficou deslumbrado com as pinturas de uma, até então, desconhecida para o mundo das artes, Frida Kahlo. O líder do surrealismo na Europa não poderia imaginar que sua anfitriã no país latino-americano criasse obras tão repletas de símbolos - naquele ano, ela pintava Lo que el agua me ha dado, autorretrato no qual representou-se deitada em uma banheira de onde emergiam pequenas cenas, como memórias, sobre seu corpo (e dele o espectador pode ver apenas seus pés). Apesar do entusiasmo de Breton, que arranjou para Frida sua primeira exposição individual, na galeria de Julien Levy, em Nova York, a artista recusou o título de surrealista. "Não pinto sonhos e fantasias, pinto minha realidade", ela teria dito.

Entre tantas histórias formou-se o mito de Frida Kahlo (1907-1954) - ela gostava de afirmar, por exemplo, que havia nascido em 1910 para que a data coincidisse com a Revolução Mexicana. Por outro lado, a pintora estampou sua biografia nas obras. Abortos, traições do marido, o pintor Diego Rivera (1886-1957), a relação de dor com um corpo debilitado pela poliomielite contraída na infância e pelo acidente de ônibus que, anos depois, lhe causou lesões na coluna e no útero, são passagens representadas em seus quadros. Entretanto, com a inauguração, em 27 de setembro, da exposição Frida Kahlo - Conexões entre Mulheres Surrealistas no México, no Instituto Tomie Ohtake, o público poderá aproximar-se não apenas do universo da mexicana como também da vida e produção de outras 15 importantes criadoras.

Trata-se de um projeto de fôlego. Até o momento, estão confirmadas 19 pinturas e 13 obras sobre papel de Frida Kahlo para a mostra, que, em 2016, também será apresentada na Caixa Cultural do Rio (de 2 de fevereiro a 27 de março) e na Caixa Cultural de Brasília (de 12 de abril a 12 de junho). Orçada em R$ 9,5 milhões, a exposição traz, na verdade, uma centena de obras e promove a oportunidade de o Brasil receber trabalhos de surrealistas reconhecidas - mas não tanto populares - como Leonora Carrington, Remedios Varo, Maria Izquierdo e Lola Álvarez Bravo.

 

Foi justamente a relação - por vezes, inédita - de Frida com outras artistas que viveram em seu país a inspiração para a concepção da mostra. "Sabia-se que Alice Rahon chegou ao México por causa de Frida, mas apenas há pouco tempo encontramos a carta na qual ela diz que comprou os bilhetes imediatamente depois de ter conhecido a artista em Paris", conta a curadora Teresa Arcq. A poeta, estilista e pintora francesa tornou-se, depois de amante, amiga próxima da mexicana por toda a vida. Elas se conheceram no fim da década de 1930 na França. "Alice tinha acabado de voltar da Índia e vestia saris indus quando encontrou Frida com seus trajes tehuana. Foi uma atração impressionante". Curiosamente, ainda, as duas tiveram biografias muito parecidas.

"Alice teve pólio quando menina e também sofreu um acidente que fraturou sua bacia. Ela teve de ficar paralisada em uma cama por cerca de um ano, engessada como Frida, e foi nesse momento que começou a desenhar", explica a historiadora. Mais ainda, continua Teresa, a francesa perdeu um filho pequeno e, desde então, nunca mais conseguiu engravidar. "Ela mancava porque tinha uma perna mais curta que a outra, como Frida", completa. A tela Balada para Frida Kahlo (1956/66), pintada por Alice Rahon com a mesma tonalidade da famosa Casa Azul da mexicana, será a obra a encerrar o percurso da exposição.

Mas é importante dizer que as conexões de Frida Kahlo com as outras surrealistas da mostra não ocorrem apenas no campo afetivo. A celebrada mexicana foi fundamental, por exemplo, para que a espanhola Remedios Varo (1908-1963) conseguisse exilar-se no México. "Não havia documento que pudesse comprovar a relação das duas, mas encontramos uma carta de Remedios de 1939 a Frida na qual ela pede ajuda para sair com o marido da Europa", diz a curadora. A artista, assim, criou um comitê junto ao consulado de seu país e sensibilizou o diplomata Renato Leduc para a causa. Pouco tempo depois, ele chegou a se casar de fachada com a inglesa Leonora Carrington (1917-2011) para que ela pudesse se mudar para as mesmas terras.

Desde que os chamados "arquivos secretos" de Frida e Rivera foram abertos, em 2006, surgem novas pesquisas em torno dos artistas. Quando a pintora morreu, aos 47 anos, seu marido, único herdeiro, doou a Casa Azul e tudo o que estava nela para o governo mexicano, mas pediu que os álbuns com documentos e fotografias pertencentes ao casal ficassem fechados por até 15 anos depois de sua morte. A mecenas e amiga do muralista, Dolores Olmedo, entretanto, conservou os papéis longe do público por mais tempo. Segundo a historiadora Teresa Arcq, está sendo realizado agora um maciço projeto para a publicação de um livro com as correspondências dos dois pintores - e ela participa da empreitada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,obras-de-frida-kahlo-chegam-ao-brasil-para-exposicao-em-setembro,1743717
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