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Como escolher a escola ideal para seu filho
2015/07/30 20:10:35

Um roteiro com itens a serem considerados antes de decidir onde matricular seu filho.
Como escolher a escola ideal para a criança
Foto: Ben Hupfer / Corbis

Todo ano é o mesmo drama: o segundo semestre bate à porta, as escolas abrem processo de reserva de vagas e os pais ficam angustiados. Começa a peregrinação. Como fazer uma escolha certa em meio a tantas opções? "No passado, matricular a criança na escola era um processo mais tranquilo, pois as redes de ensino eram menos complexas e menos diversificadas. Hoje, o leque de escolhas possíveis é enorme e os pais temem errar", conta Maria Alice Nogueira, coordenadora do Observatório Sociológico Família-Escola, da Universidade Federal de Minas Gerais. Segundo Quézia Bombonatto, diretora da Associação Brasileira de Psicopedagogia, muitos pais sentem-se inseguros por achar que precisam ter conhecimento técnico a respeito da linha pedagógica proposta pela escola. "Isso não é necessário. O que precisam é questionar a instituição e verificar se as respostas que vão obter dela têm a ver com suas crenças e seus valores. Precisam ter a certeza de que a eleição não é necessariamente uma decisão definitiva e que podem revê-la caso a instituição não corresponda às suas expectativas."

Escola ideal ou ideal de escola?

A busca pela escola ideal ou perfeita, na realidade, pode ser infrutífera, até porque uma instituição baseada no modelo "um tamanho serve a todos" (e praticamente todas as escolas são assim) vez ou outra vai resvalar no caldeirão de diferenças de perfil, comportamento e atitude das crianças que ali frequentam e pode não saber responder a isso da maneira como os pais sonham. "Não existe escola ideal, mas ideal de escola, aquela que vai oferecer o tipo de formação que a família procura", pondera Dayse Gonçalves, orientadora pedagógica da educação infantil da Escola Carlitos, em São Paulo. Para o doutor em Educação Gabriel de Andrade Junqueira Filho, professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a escola mais adequada é aquela que dará continuidade ao projeto educativo que se tem em casa.

Necessidade dos filhos ou dos pais?

Os anseios da família, claro, devem ser levados em conta na hora da escolha, mas os especialistas são unânimes em dizer que o fiel da balança é mesmo acriança. "A escola certa é a que é boa para a criança", afirma Maria Alice. A educadora Dayse Gonçalves vai além: "Os pais precisam ter claro que tipo de cidadãos pretendem formar e se os critérios educativos da família vão ao encontro com os da escola". Segundo Quézia, quanto mais clara estiverem essas questões, mais direcionada será a escolha.

Mas é bem provável que inúmeras escolas casem com os desejos e as expectativas da família. O funil só vai fechar mesmo quando os pais voltarem os olhos para dentro de casa. É da observação do pequeno e de suas habilidades (ou da falta delas) e de seu temperamento que vão surgir as opções mais indicadas. Uma escola grande, por exemplo, talvez não seja a melhor opção para uma criança que é mais tímida e retraída. "Os pesquisadores ingleses chamam isso de child matching, ou seja, quando o pai ajusta o perfil da escola escolhida ao perfil do filho como criança e como aluno", diz a professora Maria Alice. Mas aqui vai um alerta: "A escola não pode ser um modo de os pais compensarem o que não tiveram na infância nem algo idealizado por eles, pois a criança pode não ter condições de corresponder aquilo que é sonhado pela família", diz Quézia.

O que pesa mais: o ranking ou a indicação?

Se até não muito tempo atrás os pais recorriam aos rankings da chamada "excelência acadêmica" para se nortear nesse cipoal de opções, como, por exemplo, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), hoje o que os estudos mostram é que eles buscam fontes mais informais. "É consultando amigos e conhecidos que a família chega a dados mais ‘quentes’, entre eles, como a escola se porta em determinada situação, como coloca em prática o projeto pedagógico proposto. Essas informações têm pesado bastante", conta a professora Maria Alice.

Como escolher a escola ideal para a criança

Foto: Ausloeser / Corbis

O lado prático da vida

Na hora da escolha, também é preciso colocar na balança questões de cunho prático, como a distância entre a casa e a escola. Como já é bem-sabido, o trânsito das grandes metrópoles brasileiras travou e o tempo que se perde parado no carro já é um dos fatores determinantes no momento de se decidir por uma instituição de ensino. Pais que não podem levar seus pequenos todos os dias e precisam usar o transporte escolar também devem considerar esse aspecto, pois de nada adianta a escola ser bacana se a criança chega cansada.

Outro aspecto que pode parecer óbvio, porém que muitas vezes passa uma rasteira nos pais, é a mensalidade. Não basta colocar no papel apenas o quanto a escola cobra por mês, mas o custo dos materiais extras exigidos, condução escolar (se for o caso), viagens, excursões e outros itens que, no fim das contas, podem dobrar o valor dispendido com a educação da criança.

Tecnologia: não dá mais para negar

Se no passado eram só a lousa, o professor e o giz, hoje em dia o número de atividades extraclasse e recursos oferecidos por muitas escolas chega a beirar o exagero. Será que realmente é preciso tanto? Para Quézia Bombonatto, mais do que observar a quantidade de recursos extras oferecida, é preciso saber como eles estão sendo usados. "Tecnologia, por exemplo, é uma ferramenta muito útil e bastante motivadora, mas é preciso saber que uso educativo está se fazendo dela. Claro, isso é irreversível, porém a construção do conhecimento e a aprendizagem só são efetivos quando se dá significado para isso. Os alunos têm dificuldade de entender um conteúdo se não compreendem sua aplicação. Portanto, oferecer multimídias como internet, tablets ou outros recursos pedagógicos só farão sentido se, por trás deles, houver um propósito educacional", conclui Quézia.

Segurança pesa

Os tempos mudaram, de fato. Tanto que a segurança que a escola oferece aos alunos atualmente tem quase o mesmo grau de importância para os pais quanto a qualidade do ensino, segundo dados do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp). Presença de câmeras, segurança na porta e até cartão personalizado são alguns dos itens que hoje fazem parte do pacote oferecido por escolas particulares do país. "A escola tem de responder às expectativas da sociedade, pois os pais querem mesmo saber onde os filhos estão e se estão seguros", afirma Quézia.

Linha pedagógica é mais um ponto a ser considerado

Embora muitas escolas se anunciem como construtivistas, waldorfianas, montessorianas ou ainda levantem bandeira de outra linha pedagógica, nem sempre a teoria se manifesta na prática. Há aquelas, inclusive, que usam fundamentos de duas ou mais correntes pedagógicas. "O importante é que os pais estejam presentes, que se disponham a ir às reuniões, que marquem uma conversa com os professores, se for o caso, e acompanhem os filhos de perto, observem o que a escola pede a eles, as atividades de casa, o material solicitado. "Os pais, muitas vezes, não se sentem aptos para checar se a linha pedagógica anunciada realmente está sendo seguida na prática, mas podem estar atentos ao desempenho do filho. É imprescindível que a criança veja que os pais se interessam por aquilo que ela está aprendendo e fazendo, pois vão perceber o valor e a importância que eles dão à escola, ao estudar", alerta Quézia Bombonatto. Um estudo feito em 2009 pela Fundação Getulio Vargas constatou o óbvio: a presença dos pais na vida escolar da criança se estende até a vida adulta e está ligada ao melhor desempenho escolar. Em outras palavras: pais participativos = notas mais altas.

fonte: Revista Cláudia 16/07/2015
5 textos de Rubem Alves sobre educação
2015/07/30 19:17:20

5 textos de Rubem Alves sobre educação


Na semana em que se completa um ano da morte do educador, leia artigos e crônicas que escreveu para a Revista Educação

Foto: Gustavo Morita

Nascido em 1933, Rubem Alves se dedicou a diversas atividades durante a vida: foi teólogo, psicanalista, educador e escritor. Foi usando principalmente os dois últimos interesses que o mineiro escreveu para a Revista Educação por sete anos, entre 2005 e 2012. Uma falência múltipla de órgãos o levou à morte em 19 de julho de 2014, aos 81 anos.

Para relembrar o educador e sua obra na semana em que se completa um ano de seu falecimento, listamos aqui cinco textos - artigos e crônicas - que Rubem Alves publicou na revista.

1 - A escola dos meus sonhos
Rubem Alves conta como se apaixonou pela Escola da Ponte, em Portugal, um lugar único, onde alunos e professores convivem como amigos na fascinante experiência da descoberta

2 - A casa que educa 
As lições que se aprendem "construindo"

3 - Diretoras…
...e diretores: é a primeira vez que me dirijo diretamente a vocês

4 - Formação do educador 
A mensagem que educa não são os conteúdos curriculares, e sim o "embrulho" em que eles são ensinados

5 - O aluno computador
Há perguntas para as quais a memória perfeita não consegue responder

Fonte: Revista Educação 24/07/15

As aulas são ministradas na Basile, na residência do aluno ou in company.

 


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Conselho de Graduação da USP aprova entrada pelo uso do Enem
2015/07/28 19:47:36

Conselho de Graduação da USP aprova entrada pelo uso do Enem



São Paulo - O Conselho de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) aprovou na quinta-feira, 18, a adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como alternativa ao vestibular tradicional, a Fuvest, para preencher parte das vagas. A expectativa é de que as mudanças já entrem em vigor no processo seletivo deste ano. Ainda a falta aprovação do Conselho Universitário (CO), órgão máximo da instituição.

Cada faculdade teve autonomia para decidir sobre o uso do Enem e quantas vagas seriam preenchidas por candidatos do exame federal. Pela sugestão feita pela Pró-reitoria de Graduação e enviadas às faculdades, na média, 14,9% das cadeiras da USP seriam reservadas ao Enem.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, na proposta discutida pelo Conselho de Graduação nessa quinta, que levou em conta as votações internas de cada faculdade, a média de vagas via Enem foi de 13,6%.

 
 

 

Nas carreiras que aceitaram o uso do exame, a proporção de cadeiras reservadas vai até 30%. Unidades tradicionais, como a Escola Politécnica e a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), decidiram não adotar o Enem.

As cadeiras via Enem serão preenchidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), plataforma digital do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas no ensino superior público. Na maioria dos casos, as vagas da USP separadas para o exame são apenas para candidatos vindos de escola pública, como propôs a administração da universidade.

Cotas raciais

A Pró-reitoria de Graduação não sugeriu recortes de renda ou raça, como prevê a Lei de Cotas, válida para as 63 universidades federais desde 2012. Poucas unidades fizeram algum tipo de reserva de vagas com o critério de cor da pele.

"A USP ainda tem muito a avançar no sentido de adotar cotas raciais e sociais em todos os cursos, tanto no vestibular Fuvest como na nova porta de entrada que é o Enem/Sisu", disseram, em nota, parte dos representantes dos alunos no conselho, após a reunião desta quinta.

Para eles, a mudança aprovada ainda é insuficiente. A Pró-reitoria já sinalizou que deve fazer o debate sobre cotas, mas apenas para os vestibulares seguintes.

A adoção do Enem é uma das principais apostas da reitoria para elevar a quantidade de calouros da rede pública na USP. A meta da universidade é ter metade dos ingressantes vindos da escola pública até 2018.

A próxima reunião do CO, que debaterá o assunto, será na terça-feira, 23. A assessoria de imprensa da USP afirmou que só se manifestaria sobre a adoção do Enem após a reunião do órgão.

Tópicos: EducaçãoEnemEducação no BrasilMECFuvestUSPUniversidades,Ensino superior
fonte Estadão -  Conteúdo - notícia de  19/06/2015
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Volta às aulas na Basile Estudo orientado - Aulas Particulares
2015/07/27 18:57:40


           

  VOLTA ÀS AULAS    

            
          Se na hora de fazer as tarefas da escola e estudar para as provas seus filhos lhe dão aquele trabalho e tudo se complica, que tal procurar auxílio de quem realmente entende do assunto? 

          Foi por isso que, estudando técnicas e métodos para tornar mais fácil e prazerosa a aprendizagem, e trabalhando com educação e coaching educacional há 18 anos, a psicopedagoga Maria Tereza Gomes Basile fundou a  Basile Estudo Orientado.  
          O objetivo é levar os alunos a descobrir que aprender também pode ser bom, libertando-se daquele “terror” e preocupação com a volta às aulas. Assim, o desinteresse e a falta de motivação vão sendo substituídos por uma forma mais agradável de encarar os estudos. São utilizadas técnicas que desenvolvem a organização, concentração, interesse e iniciativa
 do aluno, adequando-o à sua própria técnica de aprendizagem e formando seu método de estudo, agora mais eficaz e inteligente. 

          Os resultados costumam agradar: alunos mais confiantes, organizados e prontos a resolver dúvidas se saem muito melhor na escola e ganham força para vencer. 

          As atividades regulares funcionam em várias modalidades e níveis: 

 


Imagem  Aulas particulares: quantas pessoas não têm dificuldade com a Matemática? E com o Português? Muitas vezes basta uma ajuda consistente para que o problema seja resolvido. A ideia é suprir lacunas, defasagens e dificuldades para que o aluno possa, ao final do trabalho, seguir aprendendo sozinho. 

Imagem Estudo Orientado: Como estudar? O que é necessário? Realizando seu trabalho escolar na Basile, de três a cinco vezes por semana, o aluno exercita sua organização espaço-temporal, concentração e reflexão ao mesmo tempo em que o contato com novas técnicas de aprendizagem lhe permite desenvolver responsabilidade e ganhar segurança. 

Imagem Vestibulinho: é bastante conhecida em São Paulo a eficiência com que a Basile realiza esse trabalho, preparando seus alunos não só para os testes, mas também para a rotina e nível de conhecimento que encontrarão na nova escola. 

Imagem  Vestibular: a Basile oferece Aulas Particulares de matérias específicas e Estudo Orientado ao Vestibular, além de cursos especiais de Redação e Literatura para o Vestibular e Orientação Profissional. 

Imagem  Redação: aulas individuais ou em grupo para vestibulandos, profissionais ou qualquer pessoa que queira aperfeiçoar sua linguagem e potencial criativo. 

Imagem Curso de Fotografia com a profª. Flávia Daoud. Nesse curso oferecemos certificado. 

 

  Para maiores informações, entre em contato conosco. Será um prazer atendê-los.



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18 livros grátis que você precisa ler porque são imperdíveis!
2015/07/23 20:19:06

Confira uma lista com os livros clássicos que não podem ficar de fora das suas leituras mesmo que você tenha um estilo muito pessoal. Clássicos como Machado de Assis e Franz Kafka estão no ranking.

Você tem um tipo preferido de leitura? Romances? Mistério? Ficção? Auto-ajuda? Seja lá qual for o seu tipo de leitura, você não pode deixar de lado os grandes clássicos da literatura.

Mas é claro que esses clássicos não incluem somente os grandes autores brasileiros. Entre eles você até vai encontrar grandes nomes da literatura nacional, como Machado de Assis Euclides da Cunha, mas nós não deixamos de fora os grandes autores da literatura espanhola, como Miguel de Cervantes, e inglesa, como Shakespeare e Jane Austen.

Confira a seguir uma lista com os principais títulos que você precisa ler antes de morrer:


1. Do Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa

2. A Divina Comédia, de Dante Alighieri

3. Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

4. Fausto, de Goethe

5. Madame Bovary, de Gustave Flaubert

6. Os Sertões, de Euclides da Cunha

7. O Príncipe, de Maquiavel

8. As Viagens de Guliver, de Jonathan Swift

9. Dom Quixote – (Volume I), de Miguel de Cervantes

10.Dom Quixote – (Volume II), de Miguel de Cervantes

11. Robinson Crusoé, de Daniel Defoe

12. Moby Dick, de Herman Melville

13. O Processo, de Franz Kafka

14. Crime e Castigo, de Fiódor Dostoiévski

15. Coração das Trevas, de Joseph Conrad

16. Hamlet, de William Shakespeare

17. Os Miseráveis, de Victor Hugo

18. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

E aí, você concorda com a lista acima? Tem outras sugestões de livros para ler antes de morrer? Compartilhe sua opinião no campo de comentários e nos ajude a incrementar essa lista!

Boa leitura!

fonte: Canal do Ensino

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IBAMA disponibiliza biblioteca digital com 130 mil itens
2015/07/23 19:38:47

Olá pessoal!

A sede do Ibama, em Brasília, possui uma biblioteca aberta ao público com 130 mil itens entre livros, teses, periódicos, imagens e vídeos. Mas só quem ia à capital federal podia consultá-los fisicamente. Aos poucos, porém, esse material começou a ser digitalizado e incluído na internet, dentro da biblioteca digital do órgão. O objetivo é disponibilizar na rede todo o material devidamente autorizado para que qualquer pessoa no país possa consultá-lo livremente.

Também é objetivo integrar à biblioteca digital do Ibama as bases de bibliotecas de todo o país que fazem parte da Rede Nacional de Informação sobre o Meio Ambiente (Renima). Também há planos para integrar conteúdo de instituições internacionais no futuro.

Para acessar a biblioteca, basta clicar no seguinte link (http://www.ibama.gov.br/sophia/)

Compartilhe este artigo!

fonte : http://canaldoensino.com.br/blog/ibama-disponibiliza-biblioteca-digital-com-130-mil-itens
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Conheça 10 excelentes hábitos de estudo
2015/07/14 19:19:45

Nunca é tarde demais para desenvolver novos hábitos de estudo. Se você está começando um novo ano letivo ou só deseja melhorar suas notas e desempenho escolar, confira a seguir uma lista de bons hábitos e comece a fazer algumas mudanças em sua rotina de estudos:

1. Anote todos os compromissos

Você pode usar uma agenda, um caderno ou até mesmo o seu celular, o importante é anotar todos os trabalhos e tarefas que devem ser entregues, as datas, semana de provas e todos os seus compromissos escolares, para que você não fique perdido.

2. Lembre-se de entregar suas tarefas

Para evitar o esquecimento de documento importantes da escola, você deve estabelecer uma rotina organização. Depois de realizar todas as suas tarefas diárias verifique se cada trabalho está em seu devido lugar, e principalmente se todos estão em sua mochila. Não perca nota por atraso na entrega, fique de olho nos prazos e seja pontual.

3. Comunique-se com seu professor

Todo relacionamento bem-sucedido é baseado em uma comunicação aberta. A relação professor-aluno não é diferente. Falta de comunicação é outro fator que pode causar notas baixas, apesar dos esforços de sua parte. No final do dia, certifique-se de compreender as expectativas que o professor tem de você. Certifique-se de fazer perguntas e descobrir o formato que você deve usar quando você escreve um artigo ou faz um trabalho. Quanto mais perguntas você fizer, mais preparado você estará.

4. Faça um esquema de cores

Conceber um sistema de organização com cores é uma ótima opção para quem tem problemas em deixar o material em ordem. Você pode selecionar uma única cor para cada matéria, como a ciência ou história, e usar essa mesma cor para sua pasta, marcadores, notas e canetas. Você ficará surpreso ao descobrir como as habilidades de organização podem ser úteis.

 5. Estabeleça um local de estudo

Antes de começar a estudar, você precisa definir o seu local ideal de estudo. Encontre um lugar para estudar que esteja de acordo com a personalidade e estilo de aprendizagem. Alguns estudantes precisam de uma sala completamente tranquila, e livre de interrupções, mas existem outros que preferem estudar ouvindo música ou com várias pausas.

6. Prepare-se para as provas

Mesmo estudando todos os dias, você precisa se preparar para as provas. Para isso, planeje seus estudos com antecedência para que você não tenha nenhuma surpresa. Selecione as matérias mais importantes e estude uma coisa por vez.

7. Conheça o seu estilo de aprendizagem

Alguns estudantes memorizam melhor as informações quando elas estão em imagens, ou preferem estudar por áudio. Independente dos métodos, você precisa descobrir qual o seu estilo de aprendizagem. Assim, você será capaz de reconhecer a melhor forma de estudo. Cada aluno deve examinar e avaliar os seus hábitos e suas tendências naturais para decidir como eles podem ser capazes de melhorar seus hábitos de estudo.

8. Faça anotações

Se você é pessoa visual, você deve fazer as suas anotações em forma de desenhos. Se você tem mais facilidade com palavras-chave a ideia é selecionar as melhor e montar o seu esquema de estudo. O importante é fazer anotações relevantes que possam facilitar o seu estudo.

9. Crie uma lista de prioridades

Não adianta perder tempo tentando ler mil livros ao mesmo tempo. Isso só vai cansar o seu cérebro e desgastá-lo fisicamente. Antes de estudar faça uma lista de prioridades, elegendo as matérias mais importantes e as secundárias. Isso vai ajudar a direcionar os seus estudos.

10. Cuide-se

Alguns de seus hábitos pessoais podem estar afetando suas notas. Você está se sente cansado, dolorido, ou entediado quando o assunto é estudo? Você pode aumentar as suas notas apenas praticando alguns hábitos saudáveis em casa. Mude algumas atitudes para cuidar melhor de sua mente, corpo e melhorar as suas notas.

Boa dicas!

Fonte: Universia Brasil

 

 
SUPER DICAS PARA ELABORAR UM BOM RESUMO
2015/07/14 18:59:33

1. Leia e releia o texto
A primeira coisa que você deve saber é que preparar um resumo é, também, uma forma de estudar – afinal, para poder elaborá-lo, você precisa estar bem afinado com o assunto. O ideal, então, é você ler e reler o texto algumas vezes para se certificar de ter entendido tudo direito. Aproveite o momento em que estiver estudando a matéria! Fazer alguns exercícios também ajuda.
2. Busque os conceitos mais importantes e os pontos fundamentais do texto
Agora que você leu o texto algumas vezes, já pode estar preparado para ressaltar o que há de mais importante nele, ou seja, qual é a sua essência. É aqui em que você deve tentar buscar algumas palavras-chave sobre o assunto, para te ajudar a se organizar, e também destacar no texto o que é mais importante.
Se você estiver fazendo um resumo de Física sobre termologia, por exemplo, as palavras-chave podem ser: calor, temperatura, dilatação, estudo dos gases, escala Kelvin.
Além de reunir as palavras-chave, você pode também grifar os itens e frases essenciais para a compreensão daquele conteúdo, ou até mesmo o que não dá para escapar de ser decorado. Por exemplo, em uma matéria de exatas, as fórmulas serão essenciais e, claro, não podem deixar de estar no resumo. Em História, por exemplo, você deve dar destaque a alguns nomes de protagonistas de fatos históricos (por exemplo, Robespierre na Revolução Francesa, ou Otto von Bismarck nas unificação alemã), e a algumas datas que sejam muito representativas (como 1945, ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial). Em Geografia, não podem ficar de fora os conceitos básicos, especialmente em matérias ligadas à geofísica.
Atenção! Na hora de buscar as partes fundamentais da matéria, você vai precisar ter algumas habilidades em interpretação de texto. Não adianta sublinhar ou grifar o texto inteiro, por isso, é preciso entender o que há de indispensável no meio daquelas palavras. Acesse aqui um guia de como podemos te ajudar a melhorar sua interpretação.
>> Descubra os 10 melhores métodos de estudo para se preparar para o vestibular e Enem
3. Organize as ideias principais
Agora é a hora de organizar o que você entendeu do assunto. De posse das palavras-chave e das fórmulas, nomes e datas mais importantes, é hora de orientar o resumo que você vai escrever. Para isso, tente responder a duas perguntas: 1. O que está sendo dito no texto? 2. Como eu explicaria este assunto para alguém?
É importante também tentar elencar o assunto em tópicos que você considera importantes (se for um resumo de História, faça em ordem cronológica de acontecimentos). É aqui que você pode “desenhar” um pequeno esquema para o assunto, estipulando um número de conceitos principais, como três ou quatro, para você não colocar coisas demais no resumo. Veja um exemplo básico usando divisão celular:
Esquema-resumo de divisão celular
4. Escreva o texto com suas palavras
Mãos à obra! É hora de escrever. Você já leu e releu o texto, destacou as palavras ou fórmulas mais importantes, já listou os tópicos mais importantes… deve estar quase um craque no assunto. Depois de tudo isso, escrever vai ficar moleza. Pegue o assunto pelo básico geral e depois passe para os assuntos específicos dentro daquela matéria.
Atenção! Faça o resumo com suas próprias palavras. Não adianta nada simplesmente copiar trechos do livro-texto, porque você não estará absorvendo nada. Quando você mesmo escreve, está se forçando a explicar a matéria com o que você aprendeu, o que ajuda a fixar o conteúdo.
Outra dica é você mesmo preparar um questionário básico sobre um assunto, com as perguntas que explicam os “porquês” de um fato. Veja mais um exemplo, agora com ligações químicas:i
O que são ligações químicas? 
São as ligações que os átomos realizam entre si para formar moléculas.
Quais são os tipos de ligações? 
Ligação iônica ou eletrovalente, ligação covalente ou molecular, ligação covalente dativa ou coordenada, ligação metálica.
Como funciona a ligação iônica?
É a ligação entre íons, de natureza eletromagnética. Seu resultado final é eletricamente neutro: a quantidade de elétrons cedidos é igual à quantidade de elétrons recebidos.Normalmente os elementos que se ligam ionicamente são os das famílias IA, IIA e IIIA com os das famílias VA, VIA e VIIA da tabela periódica.
Fonte - Guia do Estudante Abril

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Frida Kahlo
2015/07/06 22:30:00

No dia em que o Estatuto da Pessoa com Deficiência é sancionado aproveitamos para homenagear Frida Kahlo,
que nasceu na mesma data, em 1907. A pintora mexicanaque transformou as angústias de sua condição de pessoa com deficiência em arte foi um ícone artístico e referência para o feminismo no mundo.

Quando criança, Frida contraiu poliomielite que deixou uma lesão no seu pé esquerdo, e ganhou o apelido de ‘Frida perna de pau’.
Mais tarde, em 1925, a artista sofreu um acidente em que teve múltiplas fraturas e precisou fazer 35 cirurgias.
Foi nesse período, em que ficou presa à sua cama e com problemas na coluna, que começou a pintar e retratar suas angústias e frustrações em suas criações.

Frida foi uma mulher a frente do seu tempo! Viva a superação das barreiras!
Viva o Estatuto da Pessoa com Deficiência!

 

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