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10 e-books gratuitos para quem trabalha com educação Títulos abordam temas como educação infantil, uso de tecnologia na sala de aula, políticas públicas e pesquisas científicas
2015/04/28 23:35:59

10 e-books gratuitos para quem trabalha com educação


Títulos abordam temas como educação infantil, uso de tecnologia na sala de aula, políticas públicas e pesquisas científicas

Eles não têm o velho charme nem aquele familiar cheiro de papel, mas para quem busca praticidade, os livros online podem ser bons aliados na hora de investir na atualização profissional. Na área da educação, há diversos e-books disponíveis gratuitamente que contribuem tanto para a atuação quanto para a formação docente. Assim, selecionamos dez títulos que abordam temas como educação infantil, uso de tecnologia na sala de aula, políticas públicas e pesquisas científicas. Os livros podem ser baixados na web no formato PDF ou em smartphones, via PlayStore. 


1. Aprendizagem e comportamento humano 

Tendo como cenário a inclusão social e escolar, o livro trata dos processos de aprendizagem e comportamento na vertente pedagógica e clínica. 

Autores: Tânia Gracy Martins do Valle; Ana Cláudia Bortolozzi Maia 
Páginas: 225 
Editora: Unesp 


2. Tecnologias digitais na educação 

O livro é uma compilação de artigos que resultaram das monografias da primeira turma do curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação. Entre os temas tratados estão vídeos e jogos digitais, a tecnologia a serviço da inclusão e tutoria na educação a distância. 

Autores: Robson Pequeno de Souza; Filomena M. C. da S. C. Moita; Ana Beatriz Gomes Carvalho 
Páginas: 276 
Editora: Eduepb 


3. Educação universitária: práxis coletiva em busca de veraz qualidade e de precisa cientificidade 

Composto por seis capítulos, o e-book aborda a prática sócio-seletivista da universidade, problematiza a qualidade e a cientificidade da educação universitária e apresenta um estudo de caso da educação universitária em Barreiras e no extremo-oeste da Bahia. 

Autor: Pedro Bergamo 
Páginas: 296 
Editora: Eduepb 


4. Educação e contemporaneidade: pesquisas científicas e tecnológicas 

Os desafios que a contemporaneidade apresenta para a formação dos profissionais da educação é o tema central do livro, que trata também da atualidade do pensamento de Freinet, Vigotsky e Paulo Freire. 

Autores: Antônio Dias Nascimento; Tânia Maria Hetkowski 
Páginas: 400 
Editora: Edufba 


5. Ciência, universidade e ideologia: a política do conhecimento 

Estão presentes no livro assuntos como ciência, tecnologia, tecnocracia e democracia; política científica; universidade, ciência e subdesenvolvimento; e espaço acadêmico. 

Autor: Simon Schwartzman 
Páginas: 142 
Editora: Centro Edelstein 


6. Políticas públicas para a educação infantil no Brasil (1990-2001) 

Marcado por intensas reformas educacionais, o período de 1990 a 2001 é investigado no livro pela perspectiva do discurso veiculado na imprensa e na forma como os professores-leitores aprenderam esse discurso. 

Autores: Jani Alves da Silva Moreira; Angela Mara de Barros Lara 
Páginas: 246 
Editora: Eduem 


7. Educação infantil: discurso, legislação e práticas institucionais 

Focado na educação infantil como um dos direitos da criança, o e-book trata de políticas públicas para a infância, analisando as concepções de criança, seus direitos e educação infantil. 

Autor: Lucimary Bernabé Pedrosa de Andrade 
Páginas: 193 
Editora: Unesp 


8. Necessidades formativas de professores de redes municipais: contribuição para a formação de professores crítico-reflexivos 

Considerando fundamental o protagonismo dos professores na inserção de mudanças nas práticas e nos currículos escolares, os autores trabalharam com uma amostra de 533 docentes, indicando propostas para efetivação de políticas de formação contínua. 

Autores: Cristiano Amaral Garbaggi Di Giorgi; Monica Fürkotter; Yoshie Ussami Ferrari Leite; Vanda Moreira Machado Lima; Naiara Costa Gomes de Mendonça; Maria Raquel Miotto Morelatti
Páginas: 139 
Editora: Unesp 


9. Complexidade da formação de professores: saberes teóricos e práticos 

Com base em pesquisas desenvolvidas a partir dos anos 1990, o livro preocupa-se com a formação e a atuação docente, partindo da racionalidade da constituição do trabalho docente em sala de aula. 

Autor: Marilda da Silva 
Páginas: 114 
Editora: Unesp 


10. Pesquisa em educação escolar: percursos e perspectivas 

Os grandes temas do livro são a responsabilidade e o compromisso da escola com o mundo em que vivemos. A partir disso, os autores tratam de políticas públicas, formação de professores, valores e educação, e práticas educativas. 

Autores: José Milton de Lima; Divino José da Silva; Paulo Cesar de Almeida Raboni 
Páginas: 357 
Editora: Unesp 
 






O TREINO FAZ A DIFERENÇA!!!!!!
2015/04/27 18:08:22
Quanto mais usado, melhor
 
“Quanto mais experiência têm os taxistas londrinos navegando (sempre de cor) pela 
 
cidade, maior fica a porção de seu hipocampo que representa a memória espacial.” 
 
“Quem diria, seu cérebro ganha de longe de qualquer computador. Sua 
 
máquina pessoal interna é portátil; faz muito mais com menos energia 
 
(funciona com uma potência de uns 22 Watts, menos do que opera uma 
 
lâmpada de abajur, contra 100 a 200 W para um desktop) ; reconhece 
 
facilmente padrões em imagens que programas elaborados ainda penam para 
 
avistar; e, melhor de tudo, somente o seu cérebro se adapta ao uso que faz 
 
dele mesmo, ficando cada vez melhor e mais ajustado ao que faz. Seu cérebro, 
 
graças à plasticidade que mantém ao longo da vida, se torna cada vez mais 
 
“seu”, cada vez mais personalizado. 
 
As primeiras evidências de que mesmo o cérebro adulto é capaz de se 
 
modificar conforme é usado – ou seja, ainda é plástico, moldável como o 
 
material – vieram nos anos 1980. O neurocientista americano Michael 
 
Merzenich mostrou que, em macacos que precisavam usar a ponto dos dedos 
 
mais longos para tocar um disco giratório e ganhar comida, a representação no 
 
córtex cerebral desses dedos, e somente deles, expandia, conforme cada vez 
 
mais neurônios codificavam a informação que vinha dos dedos. Com isso, as 
 
pontas desses dedos se tornavam mais sensíveis, capazes de discriminar 
 
detalhes cada vez menores. 
 
Na década seguinte, quando a ressonância magnética funcional 
 
começou a revelar a atividade de regiões diferentes do cérebro de pessoas 
 
acordadas sem que fosse preciso abrir sua cabeça para inserir eletrodos, como 
 
nos macacos de Merzenich, descobriu-se que o mesmo também acontecia com 
 
humanos que usavam maciça e preferencialmente somente alguns dedos: 
 
violinistas profissionais, cuja atividade depende da habilidade de posicionar ágil 
 
e precisamente os dedos da mão esquerda. Estudos mostraram que a 
 
representação cortical destes, e somente destes dedos, fica aumentada no 
 
córtex somestésico (quer dizer, tátil e proprioceptivo) correspondente. E quanto 
 
mais tempo os músicas tivessem de prática, maior era a representação cortical 
 
dos seus dedos da mão esquerda, e maior sua sensibilidade. 
 
Logo se descobriu que o princípio não se aplica apenas à sensibilidade 
 
sensorial. Em um dos estudos que fizeram história na área, a inglesa Eleanor 
 
Maguire e seus colegas mostraram que quanto mais experiência têm os 
 
taxistas londrinos navegando (sempre de cor) pela cidade, maior fica a porção 
 
de seu hipocampo que representa a memória espacial. 
 
Mas tudo isso parece ser resultado de uso altamente especializado, 
 
intenso e profissional de habilidades do cérebro. E com os outros de nós, reles 
 
mortais, que usamos nossos dedos para fazer coisas mais mundanas e menos 
 
poéticas ou desafiadoras, como por exemplo... digitar no celular? 
 
Pesquisadores na Suíça e no Reino Unido resolveram abordar 
 
exatamente essa questão, aproveitando-se do registro de uso que todo 
 
smartphone leva em si, e do fato que ainda há neste mundo (e talvez não por 
 
muito mais tempo) usuários de telefones que são, bem, apenas telefones. 
 
E quanto mais intenso, e quanto mais recente, houvesse sido o uso do 
 
smartphone nos dez dias anteriores, maior era a ativação da representação 
 
cortical do polegar. Quem diria, usar seu smartphone muda o seu cérebro – e, 
 
só nos resta inferir, de um jeito que torna esse uso cada vez mais fácil e 
 
SUZANA HERCULANO-HOUZEL
 
Neurocientista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), autora do livro 
 
Pílulas de neurociência para uma vida melhor (Sextante, 2009)

Reportagem extraida da revista Mente  Cerebro 
anoXXI
n 266
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