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UFV / IV SEU / FEVEREIRO-2007/ Química / 92
 
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A INFLUÊNCIA DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA MELHORIA DA 
 
APRENDIZAGEM DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO
 
LIBERTO, Natália Aparecida (Bolsista); RUBINGER, Mayura Marques Magalhães 
 
(Orientador); BERNARDINELLI, Sílvia (Estudante); FARGNOLI, Amélia Giovana 
 
(Estudante); RODRIGUES, Guilherme Dias (Estudante); SOUZA, Elcinéia Mendes 
 
(Estudante); REIS, Flávia Valério Esteves dos (Estudante) 
 
O projeto de extensão “Tutoria em Química para o Ensino Médio” visa melhorar a 
 
aprendizagem de estudantes de escolas públicas, minimizando as deficiências em sua 
 
formação básica. Neste ano de 2006, estamos na fase de consolidação do projeto, onde 
 
estão sendo atendidos 84 alunos (tutorandos) da Escola Estadual Dr. Raimundo Alves 
 
Torres (ESEDRAT), em quatro turmas de sete alunos de cada série. As sessões semanais de 
 
tutoria consistem em uma hora de resolução de exercícios e uma hora de atividades 
 
variadas de estudo, tais como: jogos, experimentos entre outras. As notas dos tutorandos 
 
estão sendo acompanhadas durante todo o ano e as atividades da tutoria são coordenadas 
 
por estudantes voluntários (tutores) do curso de Licenciatura em Química, selecionados por 
 
provas escrita e de didática. A comparação das notas bimestrais mostrou que, 
 
provavelmente devido à participação no projeto, as notas médias dos tutorandos 
 
melhoraram no decorrer do semestre e foram superiores às notas dos demais alunos da 
 
escola, fenômeno observado também em 2005. As notas percentuais dos tutorandos nos 
 
dois primeiros bimestres, respectivamente foram: 65 e 75 (primeira série), 64 e 78 (segunda 
 
série) e 69 e 74 (terceira série), enquanto a média geral na escola foi apenas: 49 e 59 
 
(primeira série), 44 e 55 (segunda série), 65 e 66 (terceira série). Observou-se, ainda, que as 
 
médias bimestrais dos tutorandos da segunda e da terceira série que participam da “Tutoria 
 
em Química para o Ensino Médio” desde o ano de 2005 foram maiores comparadas com as 
 
médias bimestrais dos alunos ingressos no projeto em 2006. Assim, confirma-se o 
 
pressuposto de que a participação dos estudantes no projeto já desde a primeira série é a 
 
situação ideal. Esses resultados demonstram que a tutoria está alcançando seus objetivos, 
 
visto o destaque dos tutorandos em relação aos demais colegas. (PEC/UFV)
Uma ótima maneira de interagir com a física!
2017/03/18 18:43:08

“Show de Física” instiga estudantes e desperta encanto pela ciência

Há quase três décadas, o espetáculo de experimentos e demonstrações é apresentado no Instituto de Física
O clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica – e, em muitos momentos, quase não dá mesmo para acreditar que o que se passa na sua frente é realidade. Mas o Show de Física é apenas ciência, só que em sua forma mais lúdica e interativa.
https://youtu.be/uLK-sidRrGA

“Show de Física” instiga estudantes e desperta encanto pela ciência

Há quase três décadas, o espetáculo de experimentos e demonstrações é apresentado no Instituto de Física

Por  - Editorias: Extensão
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O clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica – e, em muitos momentos, quase não dá mesmo para acreditar que o que se passa na sua frente é realidade. Mas o Show de Física é apenas ciência, só que em sua forma mais lúdica e interativa.

 

Criado pelo professor do Instituto de Física (IF) da USP, Fuad Daher Saad, o Show de Física promove apresentações diárias que ajudam alunos a entender eletricidade, óptica, ondas mecânicas e sonoras, termodinâmica e outros tópicos da física. Para isso, interatividade é a palavra-chave, já que os estudantes não ficam apenas assistindo, mas protagonizam os experimentos. “Sem essa participação, o show não existe”, afirma o idealizador do projeto.

Show de Física é gratuito e acontece de segunda a sexta-feira, com sessões às 9 e às 14 horas. O Instituto de Física fica na Travessa R da Rua do Matão, número 187, na Cidade Universitária, em São Paulo. Visitas podem ser agendadas pelo telefone (11) 3091 6642.

Mais informações: site http://web.if.usp.br/showdefisica/
F
onte: Jornal da USP

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Tire o tablet de seu filho e dê-lhe um instrumento musical
2017/03/18 15:01:25

TIRE O TABLET de SEU FILHO E DÊ-LHE UM INSTRUMENTO MUSICAL

O conselho é dado por Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», que garante que as aulas de música estimulam a memória e a inteligência.

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone para as mãos. Nada de mais errado, a fazer fé nas últimas descobertas! Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», «O cérebro da criança explicado aos pais» em tradução literal, diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm de lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical para as mãos.

De acordo com este especialista, citado pela edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. «Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve», assegura Álvaro Bilbao.

 

 

 

«A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará», assegura o especialista. «Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá», exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os seis primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, «no chão, se for caso disso», como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer desporto e a experimentar atividades. «A criança deve sentir que tem uns pais que se preocupam com ela», defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

- Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

- Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebés e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

- Evitar os programa de desenvolvimento cerebral

 

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrónicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

fonte: http://lifestyle.sapo.pt/familia/pais-e-filhos/artigos/tire-o-tablet-ao-seu-filho-e-de-lhe-um-instrumento-musical

site legal! Ajudem a divulgar:http://www.dominiopublico.gov.br/
2016/09/15 20:21:31

Amigos, imaginem uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; 
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade; 
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia; 
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA, 
ARTIGOS CIENTÍFICOS 
e muito mais....

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br

 

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulguem nos grupos.
http://www.dominiopublico.gov.br/

Escolas ensinam a lidar com as emoções
2016/04/25 18:08:03

Escolas ensinam a lidar com as emoções  - Estadão Conteúdo

SCHOOLKIDS

No fim do ano, escolas não esperam que os alunos tenham aprendido só a fazer contas, interpretar um texto ou saber o nome dos Estados brasileiros.

Colégios particulares e da rede estadual de São Paulo estão adotando estratégias para que desenvolvam habilidades socioemocionais, como cooperação, empatia, senso crítico e curiosidade.

"Essas habilidades estão intimamente ligadas às cognitivas. São elas que potencializam e aprofundam o aprendizado. A escola que decide trabalhar o lado socioemocional precisa mudar a sua estrutura, suas aulas. Porque esse não é um trabalho intuitivo, ele precisa ser planejado", observa Márcia Almirall, orientadora pedagógica do Colégio Santa Maria, na zona sul de São Paulo.

No ano passado, a escola capacitou os professores para que as práticas pedagógicas fossem alteradas em sala de aula. Para os alunos do fundamental 1 (do 1º ao 5º ano), as carteiras foram alteradas para facilitar o trabalho em grupo. Os docentes também são estimulados a darem aula em locais diferentes, como no pátio ou no jardim.

"Em todas as disciplinas é possível desenvolver as habilidades socioemocionais, se nos planejarmos. Então, nas aulas de matemática, todos trabalham em grupos. Em português, fazem rodas de conversa para discutir a disciplina. Em tudo dá para trabalhar, se soubermos estimular os alunos da maneira correta", afirma Márcia.

O ensino socioemocional foi adotado em 2015, de forma experimental, em 17 escolas da rede estadual. Para este ano, o número subiu para 145, todas com período integral e ensino fundamental 1. "Estamos consolidando a ideia de que não é possível fazer um bom trabalho sem focar nessas habilidades (socioemocionais). Com o tempo, esse projeto vai ser ampliado para todas as unidades", diz Ghisleine Trigo, coordenadora de gestão da Educação Básica da Secretaria Estadual de Educação.

Suporte

A ideia ao desenvolver habilidades socioemocionais nas crianças é dar ferramentas para que consigam lidar da melhor forma em situações de conflito e assim reduzir a vulnerabilidade dos estudantes. A escola estadual Professora Irene Ribeiro, na Vila Carrão, zona leste, foi uma das que recebeu o projeto no ano passado. Todos os professores foram capacitados para o novo modelo, aplicado em todas as disciplinas.

 

Elaine Carapiá, que dá aula para o 3ºano, conta que as mudanças fizeram com que o professor se tornasse uma peça menos central na sala de aula e mais um mediador para que os alunos tivessem mais espaço para tirar dúvidas e aprender com os colegas. As aulas também falam sobre os sentimentos e como lidar com eles.
"Eles vivenciam situações muito difíceis em casa que podem impactar o aprendizado. Outro dia um estudante disse que os pais estavam brigando e jogaram as alianças no lixo. O menino, de 7 anos, começou a cantar e aconselhou os pais a se acalmarem. Ele aprendeu na escola que, quando se está nervoso, é importante respirar e disse isso para os pais em um momento de conflito", relata Elaine.

Em todo início de aula, os alunos se sentam em uma roda para falar como estão se sentindo. Segundo ela, é importante estimular as crianças a se expressarem para ganhar confiança. "Mudamos muita coisa. Não temos mais apenas uma relação entre aluno e professor, mas entre seres humanos."
Preconceito

No colégio Pio XII, na zona oeste, os adolescentes do ensino fundamental 2 (do 6º ao 9º ano) têm uma vez por semana uma aula em que são estimulados a trabalhar com as emoções e a abordar temas em que podem ter preconceitos. A disciplina utiliza dinâmicas em grupo e exercícios em que a turma conta histórias ou assiste a filmes sobre temas como a morte ou as drogas.

"Percebemos que, quando eles entendem o que sentem nas mais diversas situações, se tornam mais tolerantes, prestativos, têm mais empatia com os colegas", afirma a psicóloga e professora Patricia Prado.

Para ela, como as crianças passam a maior parte do tempo no colégio e desenvolvem as primeiras relações sociais no ambiente escolar, é responsabilidade dos colégios não só transmitir conhecimento, mas também valores morais e éticos. "Além disso, um aluno que possa ter problemas em casa ou em se relacionar com os colegas, e não sabe como lidar com essas situações, vai ter queda no rendimento escolar."

No colégio Eduque, na zona sul da capital, estudantes do ensino fundamental 1 também contam com aulas voltadas para essas habilidades, uma vez por semana. Com livros e histórias, os professores desencadeiam discussões sobre as emoções.

"Com repertórios leves e lúdicos, ensinamos a entender o que é sentir raiva, tristeza, solidão, felicidade. Com esse conhecimento, eles se tornam mais respeitosos e compreensivos com os colegas", observa a coordenadora pedagógica Lucelena Martins de Souza.

Ao abordar esses temas, Lucelena considera que os docentes abrem um canal de confiança e diálogo com os alunos. "Quando eles têm um problema, sabem que podem contar para nós, que vamos ajudar. Assim, ninguém fica excluído ou sem a atenção devida."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteúdo
Publicado: 











Feedback
2015/08/21 13:02:08
A prática de dar e receber feedback melhora os resultados da aprendizagem, pois autodireciona e proporciona automaticamente a autoreflexão sobre seu comportamento de forma crítica (ZEFERINO, DOMINGUES e AMARAL, 2007).


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 http://m.basileestudoorientado.com.br





A INFLUÊNCIA DA “Tutoria em Química para o Ensino Médio” NA MELHORIA DA APRENDIZAGEM DE QUÍMICA
2015/02/28 20:04:22
UFV / IV SEU / FEVEREIRO-2007/ Química / 92
 
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A INFLUÊNCIA DA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA NA MELHORIA DA 
 
APRENDIZAGEM DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO
 
LIBERTO, Natália Aparecida (Bolsista); RUBINGER, Mayura Marques Magalhães 
 
(Orientador); BERNARDINELLI, Sílvia (Estudante); FARGNOLI, Amélia Giovana 
 
(Estudante); RODRIGUES, Guilherme Dias (Estudante); SOUZA, Elcinéia Mendes 
 
(Estudante); REIS, Flávia Valério Esteves dos (Estudante) 
 
O projeto de extensão “Tutoria em Química para o Ensino Médio” visa melhorar a 
 
aprendizagem de estudantes de escolas públicas, minimizando as deficiências em sua 
 
formação básica. Neste ano de 2006, estamos na fase de consolidação do projeto, onde 
 
estão sendo atendidos 84 alunos (tutorandos) da Escola Estadual Dr. Raimundo Alves 
 
Torres (ESEDRAT), em quatro turmas de sete alunos de cada série. As sessões semanais de 
 
tutoria consistem em uma hora de resolução de exercícios e uma hora de atividades 
 
variadas de estudo, tais como: jogos, experimentos entre outras. As notas dos tutorandos 
 
estão sendo acompanhadas durante todo o ano e as atividades da tutoria são coordenadas 
 
por estudantes voluntários (tutores) do curso de Licenciatura em Química, selecionados por 
 
provas escrita e de didática. A comparação das notas bimestrais mostrou que, 
 
provavelmente devido à participação no projeto, as notas médias dos tutorandos 
 
melhoraram no decorrer do semestre e foram superiores às notas dos demais alunos da 
 
escola, fenômeno observado também em 2005. As notas percentuais dos tutorandos nos 
 
dois primeiros bimestres, respectivamente foram: 65 e 75 (primeira série), 64 e 78 (segunda 
 
série) e 69 e 74 (terceira série), enquanto a média geral na escola foi apenas: 49 e 59 
 
(primeira série), 44 e 55 (segunda série), 65 e 66 (terceira série). Observou-se, ainda, que as 
 
médias bimestrais dos tutorandos da segunda e da terceira série que participam da “Tutoria 
 
em Química para o Ensino Médio” desde o ano de 2005 foram maiores comparadas com as 
 
médias bimestrais dos alunos ingressos no projeto em 2006. Assim, confirma-se o 
 
pressuposto de que a participação dos estudantes no projeto já desde a primeira série é a 
 
situação ideal. Esses resultados demonstram que a tutoria está alcançando seus objetivos, 
 
visto o destaque dos tutorandos em relação aos demais colegas. (PEC/UFV)


           











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