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"Os livros podem liberar os pensamentos, as idéias, a alma!"....
Maria Tereza Gomes Basile
Educação na Grécia Antiga
2017/08/27 18:31:49

EDUCAÇÃO NA GRÉCIA ANTIGA

 O ensino realizado na Grécia Antiga, se dava por meio de diálogos,
repletos de reflexões e apresentação de questões tanto pelos mestres
quanto pelos discípulos.





Na educação clássica grega podemos reconhecer esboços de modelos teóricos, cognitivos, éticos e estéticos que dão origem a toda cultura oriental.

Suas contribuições vão se desenrolando durante quatro períodos: Homérico - Clássico - Helenístico - Romano.

Período Homérico

HOMERO: autor de ILÍADAS e ODISSÉIA, é o principal pensador da época.

• Religião baseada na rivalidade entre os deuses e os heróis humanos.

• Deuses com características humanas (bons ou maus, justos ou injustos, nobres ou covardes).

• Os deuses são imortais e os homens também podem ser se tiverem comportamento de herói. Educação baseada na religião.

 “O herói prefere a morte heroica e coroada de glória a uma existência longa e sem brilho”.

O processo de formação dos jovens gregos se dava por meio da disputa e da concorrência. Acreditava-se que este era o caminho para o desenvolvimento do homem.

Este tipo de formação era conveniente para o estado, pois nos combate era o herói que glorificava e dava relevância ao seu Estado. Pode-se reconhecer a educação homérica em todas as manifestações da cultura grega. Por exemplo, os jogos olímpicos.

Período Clássico.

Por volta dos séculos 5–4a.C., a cultura grega entra no período clássico do seu desenvolvimento. Surgem as cidades-estados, chamadas polis. Principais polis gregas: Esparta e Atenas.

ESPARTA, Cidade militar e aristocrática. Mantém-se uma cidade de semiletrados. Em Esparta, o ideal homérico de formação se mantém (versão bélica). A educação deveria formar cidadãos compatíveis como projeto político do Estado. Jovens e crianças eram propriedades do Estado e deveriam ser moldados conforme seus interesses.

O principal objetivo da educação de esparta era transformar os jovens em bons soldados. As mulheres de esparta recebiam educação semelhante à dos homens, participando dos torneios e atividades esportivas. O objetivo era dotá-las de um corpo forte para gerar filhos sadios e vigorosos.

A partir dos 7 anos, os pais não mais comandavam a educação dos filhos. As crianças seriam entregues à orientação do Estado, que tinha professores especializados para esse fim. Na adolescência, os jovens eram encarregados dos serviços de segurança na cidade. Qualquer cidadão adulto podia vigiá-los e puni-los. Com 20anos, o jovem espartano entrava no exército. Somente aos 30 anos de idade adquiria plenos direitos políticos.

Observa-se que a educação visa somente a moldar o indivíduo conforme as necessidades do estado. O homem é “produzido” pelo e para o Estado. A formação descarta o desenvolvimento subjetivo e pessoal do indivíduo. Por volta de 550a.C. Esparta elimina de vez as artes e os esportes atléticos e se torna puramente militar.

ATENAS - Educação mais voltada ao aperfeiçoamento pessoal e subjetivo. Em Atenas a propriedade das crianças pertence à família, em especial ao pai. A educação visa à três aspectos: ginástica, música e escrita.

Ginástica - necessidades militares - ideal humanista de harmonia entre o corpo e a mente. Música, poesia, canto e dança - Formar o senso de temperança e moderação nos jovens.

PENSAR PELA PRÓPIA CABEÇA: DEMOCRACIA

Escrita - Principal meio de aquisição de conhecimentos e interação com estes. Criação do alfabeto.

·      PAIDÉIA (em grego antigo: παιδεία) é a denominação do sistema de educação e formação ética da Grécia Antiga, que incluía temas como Ginástica, Gramática, Retórica, Música, Matemática, Geografia, História Natural e Filosofia, objetivando a formação de um cidadão perfeito e completo, capaz de liderar e ser liderado.

Paidéia Grega - se caracteriza por uma educação mais humanista. O homem sendo o centro da medida. O Individualismo.

Inicia-se o século de ouro da cultura grega: o classicismo. As principais ideias do humanismo ateniense se expressam em termos de igualdade, liberdade e individualidade. Momento de excelência da democracia.

Com o passar do tempo foi se exigindo uma melhor formação intelectual do indivíduo, delineando-se três níveis de educação: elementar, secundária e superior. •. Por volta dos13 anos completava-se a educação elementar. •. Aqueles que tinham maiores condições de continuar os seus estudos entravam para a educação secundária. •Dos16 aos18anos, a educação superior só se dá com os sofistas.

Os sofistas eram considerados mestres da retórica e da oratória, acreditavam que a verdade é múltipla, relativa e mutável. Pitágoras foi um dos mais importantes sofistas.

·      ORATÓRIA.

O novo ideal de educação é a formação do bom orador, ou seja, aquele que saiba falar em público e persuadir os outros na política. Os sofistas eram mestres que, mediante retribuições vultosas em dinheiro, era responsável em preparar juventude para a oratória. Os sofistas contribuíram bastante para a sistematização e profissionalização da educação.

 

SÓCRATES. Os sofistas foram bastante criticados por Sócrates e seus seguidores por cobrarem e se julgarem sábios e possuidores da sabedoria. Para Sócrates o verdadeiro sábio é aquele que reconhece sua própria ignorância. Para combater os sofistas, Sócrates desenvolve a maiêutica.

MAIÊUTICA. Método socrático que consiste na multiplicação de perguntas, induzindo o interlocutor na descoberta de suas próprias verdades e na conceituação geral de um objeto.

Método de instrução da alma humana, pelo qual esta ascende e se torna apta a ingressar no caminho das virtudes. Por meio de perguntas e respostas, Sócrates ajudava os jovens a descobrirem, por si mesmos, as verdadeiras virtudes, que habitavam sua alma.

 “Conhece-te a ti mesmo”. Sócrates inquiria-se sobre a natureza humana procurando a essência comum a todos os homens. Assim, levou o indivíduo a procurar em si a sua essência humana que é comum entre os homens. Sócrates se tornou o pai da filosofia moral.

A Maiêutica de Sócrates (ou método dialético) cria um novo paradigma na educação atribuindo a esta mais dinâmica e efetividade. Seu método era baseado na dinâmica entre o mestre e o discípulo.

PLATÃO

Platão, principal discípulo de Sócrates, utilizou-se do método dialético para criar uma base sistemática da educação para vigorar numa sociedade perfeita. O modelo educativo de Platão, apesar de utópico, tem sido uma das principais fontes de inspiração da literatura pedagógica.

Modelo pedagógico de Platão:

 Aspecto moral: formação pessoal do indivíduo; aspecto social: participação harmoniosa e não conflituosa do indivíduo na sociedade. Segundo Platão, esses aspectos devem convergir para que haja uma sociedade perfeita.

Inicialmente, Platão propõe uma educação igual para todos, incluindo as mulheres. Ginástica para o corpo; música para a alma: responsável pelos estudos intelectuais (poesia, literatura, matemática).

A proposta de Platão contempla três modalidades, de acordo com o desempenho de cada um: •governantes (matemática, literatura, música); •guardiões (formação militar baseada na coragem e disciplina); •trabalhadores (saberes técnicos).

SÓCRATES.

Apesar da perfeita elaboração conceitual, a Paidéia Platônica não encontra aplicação na prática. O modelo mais difundido e explorado nessa época foi a obra de Sócrates.

Sócrates trabalha no plano da vida cotidiana e eficácia prática. Ao contrário de Platão que propõe um imenso ciclo de estudos, tão complexo e difícil que elimina, de princípio, a maioria dos candidatos.

Sócrates é contemporâneo de Platão. Fundou em 393a.C. sua própria escola. Na escola Socrática o ensino girava em torno da retórica. Sócrates dirige sua mensagem a todos e aposta na formação moral o povo, com base em quatro virtudes: prudência, força, temperança e justiça.

Programa curricular basicamente centrado no ensino literário e oratório. Um discurso simples, claro e acessível a todos. O processo educativo deve contemplar três aspectos fundamentais: talento, prática e estudo.

Talento: O talento diz respeito à predisposição natural do sujeito de aprender. Conteúdo: O conteúdo programático propõe a formação do corpo através da ginástica e a formação da alma por meio da música, poesia, gramática, retórica, matemática e filosofia.

Um grande avanço no sistema de Sócrates foi a inclusão da história. O estudo de acontecimentos passados fornece a base dos acontecimentos que estão por vir. O modelo Socrático serviu como fonte de inspiração para os pensadores do renascimento.

Período Clássico. ARISTÓTELES.

 Assim como seu mestre Platão, Aristóteles também considera o processo da formação humana em dois aspectos: Individual: segundo sua forma humana e seus dons naturais. Defende a posição de uma desigualdade natural entre os homens. Social: formação para o cidadão, já que este é parte da sociedade.

A principal diferença é que o modelo de Aristóteles apresenta um caráter mais realista.

 

EDUCAÇÃO NA GRECIA ANTIGA Bibliografia. MANACORDA, M. A. História da Educação: da Antiguidade aos nossos dias. São Paulo: Cortez, 1989. CAMBI, Franco. História da Pedagogia. São Paulo: UNESP, 1999.

Video anti bullying infantil
2017/06/22 19:15:56


https://youtu.be/PGxmschhkNg


http://www.contioutra.com/o-video-anti-bullying-infantil-que-esta-conquistando-o-mundo/

O vídeo anti-bullying infantil que está conquistando o mundo

“Daisy Chain” nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet.

O australiano Galvin Scott Davis começou a notar algo diferente no seu filho, Benjamin. Sempre que chegava da escola, o menino ficava mais calado e não tinha a mesma motivação que antes. “Ele estava mais reservado e descobri que tinha sofrido bullying na escola. Não foi um caso muito grave, mas foi suficiente para que perdesse a confiança”,contou ao jornal The Guardian.

Para reconfortar o filho, Davis decidiu contar-lhe uma história de embalar de alguns dos livros infantis da vasta coleção que tem em casa, mas não encontrou nenhuma história apropriada para aquele momento. Então, decidiu inventar uma. Assim nasceu a ideia para “Daisy Chain”, um conto sobre uma menina chamada Bree Buttercup, que é perseguida por outras crianças quando tiram uma fotografia dela e a colocam em todas as árvores do parque. É o próprio Benjamin quem ajuda Bree a combatê-los usando uma corrente de margaridas, a sua flor favorita.

Num período de 3 anos, a história deixou o quarto de Benjamin para tornar-se um dos livros interativos com o maior número de downloadsna Austrália. Depois, foi feita um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet, que está a ser utilizado por grupos anti-bullying na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido para a consciencialização das crianças nas escolas.

Link do vídeo:
https://youtu.be/PGxmschhkNg

Fonte:Conti outra

“Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullying com os seus filhos, independente da suspeita que as suas crianças possam ser as vítimas ou perpetradores”, disse à publicação Oscar Yildiz da organização  Australia Foundation.

O autor explicou ao The Guardian que a sua maior inspiração foi a internet. “Não sou um especialista em bullying. Sou apenas um escritor, mas parece-me que [a questão] está muito pior agora por causa das redes sociais e dos telemóveis. Os aparelhos podem ser brilhantes mas é tão fácil para alguém clicar num botão e de repente milhões de pessoas vejam uma imagem, e o impacto nas crianças é devastador”, assegura.

A primeira versão da história centrava-se mais em Benjamin e foi batizada de “Dandelion”. Como Davis trabalha numa agência digital, o processo de transformar a sua ideia numa narrativa na forma de uma aplicação pareceu-lhe natural. O resultado impressionou a própria equipa de criação: a app foi selecionada como uma das melhores de 2012 pela própria Apple, ocupou o topo da lista das aplicações com mais downloads em 2012 na categoria Livro Interativo e foi traduzida para japonês, mandarim, espanhol, alemão e francês.

O sucesso motivou Davis a adaptar o conto para o formato de vídeo. “Quando recebemos a proposta de Galvin [Davis], o que nos chamou a atenção foi a forma da história, o enredo e a maneira como a tecnologia foi utilizada não apenas para entreter como também para informar e incentivar o pensamento crítico numa audiência tão jovem”, defende Tim Phillips, gerente de plataformas da Screen Australia, que financiou o vídeo.

E como é que Kate Winslet entrou no projeto? Davis explica à publicação que conheceu a atriz durante a rodagem de um filme na época em que estava a tentar a vida no cinema. Ela lhe terá dito para “nunca desistir” dos seus sonhos – frase que nunca lhe saiu da cabeça.

“Entrei em contacto com o seu agente, mas não achei por um minuto que aceitaria. No entanto, ela respondeu e disse que gravaria [a narração do vídeo] – e que ela fez em apenas dois takes“, conta o autor.
 






Carreira de estatística explode nos EUA e tende a "bombar" no Brasil também!
2017/05/24 19:38:06

Se você é "vidrado" ou tem muita habilidade com números, leia essa matéria.
A carreira de estatística pode ser interessante para você.
Caso contrário, não há problema algum!
Essa provavelmente não é uma carreira adequada para seu perfil, mas há inúmeras outras!
O importante é que seja feita uma adequação ideal para você, suas habilidades, valores e seu projeto de vida!
Se estiver muito perdido em relação a que carreira seguir, venha fazer Orientação Profissional na Basile com a psicóloga Bruna Ronchi especialista em Orientação Profissional pela USP.
Agende uma entrevista pelo fone: 30222263 ou 3022-2264


Fonte: Revista Exame
http://www.exame.abril.com.br/carreira/melhor-profissao-do-ano-nos-eua-deve-explodir-no-brasil-entenda/


Melhor profissão do ano nos EUA deve explodir no Brasil. Entenda

No mercado americano, a carreira de estatístico registra altos níveis de satisfação em quesitos como renda e perspectivas de ascensão. Veja como é no Brasil

Uma ótima maneira de interagir com a física!
2017/03/18 18:43:08

“Show de Física” instiga estudantes e desperta encanto pela ciência

Há quase três décadas, o espetáculo de experimentos e demonstrações é apresentado no Instituto de Física
O clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica – e, em muitos momentos, quase não dá mesmo para acreditar que o que se passa na sua frente é realidade. Mas o Show de Física é apenas ciência, só que em sua forma mais lúdica e interativa.
https://youtu.be/uLK-sidRrGA

“Show de Física” instiga estudantes e desperta encanto pela ciência

Há quase três décadas, o espetáculo de experimentos e demonstrações é apresentado no Instituto de Física

Por  - Editorias: Extensão
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O clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica – e, em muitos momentos, quase não dá mesmo para acreditar que o que se passa na sua frente é realidade. Mas o Show de Física é apenas ciência, só que em sua forma mais lúdica e interativa.

 

Criado pelo professor do Instituto de Física (IF) da USP, Fuad Daher Saad, o Show de Física promove apresentações diárias que ajudam alunos a entender eletricidade, óptica, ondas mecânicas e sonoras, termodinâmica e outros tópicos da física. Para isso, interatividade é a palavra-chave, já que os estudantes não ficam apenas assistindo, mas protagonizam os experimentos. “Sem essa participação, o show não existe”, afirma o idealizador do projeto.

Show de Física é gratuito e acontece de segunda a sexta-feira, com sessões às 9 e às 14 horas. O Instituto de Física fica na Travessa R da Rua do Matão, número 187, na Cidade Universitária, em São Paulo. Visitas podem ser agendadas pelo telefone (11) 3091 6642.

Mais informações: site http://web.if.usp.br/showdefisica/
F
onte: Jornal da USP

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Tire o tablet de seu filho e dê-lhe um instrumento musical
2017/03/18 15:01:25

TIRE O TABLET de SEU FILHO E DÊ-LHE UM INSTRUMENTO MUSICAL

O conselho é dado por Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», que garante que as aulas de música estimulam a memória e a inteligência.

Muitos pais, para calar os filhos e/ou para os manter sossegados, não hesita em dar-lhes um tablet ou um smartphone para as mãos. Nada de mais errado, a fazer fé nas últimas descobertas! Álvaro Bilbao, neuropsicólogo espanhol, autor do livro «El cerebro del niño explicado a los padres», «O cérebro da criança explicado aos pais» em tradução literal, diz que, se querem ter filhos (mais) inteligentes, têm de lhes tirar o iPad e dar-lhes um instrumento musical para as mãos.

De acordo com este especialista, citado pela edição online do jornal El País, as aulas de música estimulam a capacidade de raciocínio das crianças, mais do que a tecnologia. Segundo um estudo publicado na revista Psiquiatría Molecular, 50% da inteligência é determinada pelos genes mas os restantes 50% dependem dos estímulos que os mais pequenos recebem. «Sem os pais, o potencial intelectual da criança não se desenvolve», assegura Álvaro Bilbao.

 

 

 

«A chave do desenvolvimento potencial do cérebro da criança está na sua relação com os pais. Ainda que a genética tenha um peso importante, sem essa presença não se materializará», assegura o especialista. «Uma criança pode ter potencial genético para atingir 1,90 metros mas, se os pais não o alimentarem bem, nunca chegará lá», exemplifica o neuropsicólogo, que garante que os seis primeiros anos de vida são primordiais no processo.

Além de reforçar condutas positivas e de brincar mais com os filhos, «no chão, se for caso disso», como recomenda Álvaro Bilbao, os pais devem promover a socialização em detrimento do isolamento, o que implica desligar a televisão à mesa, além de incentivar a criança a fazer desporto e a experimentar atividades. «A criança deve sentir que tem uns pais que se preocupam com ela», defende também o pediatra Maximino Fernández Pérez.

O que sugerem as últimas investigações internacionais

Estas são algumas das estratégias que os estudos e os especialistas defendem:

- Estudar música

Um estudo da Universidade de Toronto, publicado na revista Psychological Science, relacionou o desenvolvimento cognitivo com a aprendizagem de música. Durante um ano, três grupos de crianças de seis anos estudaram, separadamente, canto, piano e expressão dramática. Os que aprenderam música revelaram padrões de inteligência maiores no final.

- Não ver televisão

Há uns anos, estavam na moda os filmes de desenhos animados em DVD que aliavam figuras desenhadas à música clássica de compositores como Mozart e Beethoven. Muitos especialistas afirmavam que estimulavam a inteligência de bebés e crianças, uma teoria que muitos estudos internacionais desmentiram. A Associação Americana de Pediatria diz mesmo que as crianças com menos de dois anos não devem ver televisão.

- Evitar os programa de desenvolvimento cerebral

 

Nos últimos anos, surgiram muitos jogos eletrónicos e aplicações móveis que asseguram que treinam o cérebro e estimulam a memória. A verdade é que não existe qualquer base científica que o comprove.

fonte: http://lifestyle.sapo.pt/familia/pais-e-filhos/artigos/tire-o-tablet-ao-seu-filho-e-de-lhe-um-instrumento-musical

Conteúdos digitais - vídeos - resumos - questões comentadas - vídeos
2016/12/21 16:49:48
Conteúdos digitais - vídeos - resumos - questões comentadas - vídeos

http://www.projetomultiplo.com.br/

site legal! Ajudem a divulgar:http://www.dominiopublico.gov.br/
2016/09/15 20:21:31

Amigos, imaginem uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos.

Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:

· Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ; 
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade; 
· Ler obras de Machado de Assis Ou a Divina Comédia; 
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA, 
ARTIGOS CIENTÍFICOS 
e muito mais....

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:

www.dominiopublico.gov.br

 

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acesso é muito pequeno. Vamos tentar reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

Divulguem nos grupos.
http://www.dominiopublico.gov.br/

Escolas ensinam a lidar com as emoções
2016/04/25 18:08:03

Escolas ensinam a lidar com as emoções  - Estadão Conteúdo

SCHOOLKIDS

No fim do ano, escolas não esperam que os alunos tenham aprendido só a fazer contas, interpretar um texto ou saber o nome dos Estados brasileiros.

Colégios particulares e da rede estadual de São Paulo estão adotando estratégias para que desenvolvam habilidades socioemocionais, como cooperação, empatia, senso crítico e curiosidade.

"Essas habilidades estão intimamente ligadas às cognitivas. São elas que potencializam e aprofundam o aprendizado. A escola que decide trabalhar o lado socioemocional precisa mudar a sua estrutura, suas aulas. Porque esse não é um trabalho intuitivo, ele precisa ser planejado", observa Márcia Almirall, orientadora pedagógica do Colégio Santa Maria, na zona sul de São Paulo.

No ano passado, a escola capacitou os professores para que as práticas pedagógicas fossem alteradas em sala de aula. Para os alunos do fundamental 1 (do 1º ao 5º ano), as carteiras foram alteradas para facilitar o trabalho em grupo. Os docentes também são estimulados a darem aula em locais diferentes, como no pátio ou no jardim.

"Em todas as disciplinas é possível desenvolver as habilidades socioemocionais, se nos planejarmos. Então, nas aulas de matemática, todos trabalham em grupos. Em português, fazem rodas de conversa para discutir a disciplina. Em tudo dá para trabalhar, se soubermos estimular os alunos da maneira correta", afirma Márcia.

O ensino socioemocional foi adotado em 2015, de forma experimental, em 17 escolas da rede estadual. Para este ano, o número subiu para 145, todas com período integral e ensino fundamental 1. "Estamos consolidando a ideia de que não é possível fazer um bom trabalho sem focar nessas habilidades (socioemocionais). Com o tempo, esse projeto vai ser ampliado para todas as unidades", diz Ghisleine Trigo, coordenadora de gestão da Educação Básica da Secretaria Estadual de Educação.

Suporte

A ideia ao desenvolver habilidades socioemocionais nas crianças é dar ferramentas para que consigam lidar da melhor forma em situações de conflito e assim reduzir a vulnerabilidade dos estudantes. A escola estadual Professora Irene Ribeiro, na Vila Carrão, zona leste, foi uma das que recebeu o projeto no ano passado. Todos os professores foram capacitados para o novo modelo, aplicado em todas as disciplinas.

 

Elaine Carapiá, que dá aula para o 3ºano, conta que as mudanças fizeram com que o professor se tornasse uma peça menos central na sala de aula e mais um mediador para que os alunos tivessem mais espaço para tirar dúvidas e aprender com os colegas. As aulas também falam sobre os sentimentos e como lidar com eles.
"Eles vivenciam situações muito difíceis em casa que podem impactar o aprendizado. Outro dia um estudante disse que os pais estavam brigando e jogaram as alianças no lixo. O menino, de 7 anos, começou a cantar e aconselhou os pais a se acalmarem. Ele aprendeu na escola que, quando se está nervoso, é importante respirar e disse isso para os pais em um momento de conflito", relata Elaine.

Em todo início de aula, os alunos se sentam em uma roda para falar como estão se sentindo. Segundo ela, é importante estimular as crianças a se expressarem para ganhar confiança. "Mudamos muita coisa. Não temos mais apenas uma relação entre aluno e professor, mas entre seres humanos."
Preconceito

No colégio Pio XII, na zona oeste, os adolescentes do ensino fundamental 2 (do 6º ao 9º ano) têm uma vez por semana uma aula em que são estimulados a trabalhar com as emoções e a abordar temas em que podem ter preconceitos. A disciplina utiliza dinâmicas em grupo e exercícios em que a turma conta histórias ou assiste a filmes sobre temas como a morte ou as drogas.

"Percebemos que, quando eles entendem o que sentem nas mais diversas situações, se tornam mais tolerantes, prestativos, têm mais empatia com os colegas", afirma a psicóloga e professora Patricia Prado.

Para ela, como as crianças passam a maior parte do tempo no colégio e desenvolvem as primeiras relações sociais no ambiente escolar, é responsabilidade dos colégios não só transmitir conhecimento, mas também valores morais e éticos. "Além disso, um aluno que possa ter problemas em casa ou em se relacionar com os colegas, e não sabe como lidar com essas situações, vai ter queda no rendimento escolar."

No colégio Eduque, na zona sul da capital, estudantes do ensino fundamental 1 também contam com aulas voltadas para essas habilidades, uma vez por semana. Com livros e histórias, os professores desencadeiam discussões sobre as emoções.

"Com repertórios leves e lúdicos, ensinamos a entender o que é sentir raiva, tristeza, solidão, felicidade. Com esse conhecimento, eles se tornam mais respeitosos e compreensivos com os colegas", observa a coordenadora pedagógica Lucelena Martins de Souza.

Ao abordar esses temas, Lucelena considera que os docentes abrem um canal de confiança e diálogo com os alunos. "Quando eles têm um problema, sabem que podem contar para nós, que vamos ajudar. Assim, ninguém fica excluído ou sem a atenção devida."

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

fonte: Estadão Conteúdo
Publicado: 











* Geração Y: “O jovem de hoje acha que a vida é uma festa openbar”.
2016/01/11 19:08:52

* Geração Y: “O jovem de hoje acha que a vida é uma festa openbar”.

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    Diretor do laboratório de inovação e empreendedorismo e sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas, Ademar Bueno, é um professor universitário diferente. Ele dá aulas, mas também desenvolve projetos paralelos com os jovens para que empreendam. Atualmente,está desenvolvendo uma série de mini-documentários sobre o Movimento Y, que fala da geração conhecida pela mesma consoante. Seu papel não é tanto o de transmitir o conhecimento na forma tradicional das aulas, mas sim de orientar e ajudar o aluno a desenvolver-se na profissão escolhida através do coaching, atividade que exerce há 18 anos.

Pergunta: A Geração Y é conhecida pelos jovens de classe média que às vezes nem estudam, nem trabalham. Também por aqueles que não amadurecem. Sem contar os que ficam na casa dos pais até os 30 ou mais. De onde surgiu a ideia de fazer um documentário sobre eles?

Resposta: Eu tenho muito contato com os alunos na Universidade e principalmente com os que saem da faculdade. E eu escuto deles que ao invés de ter certeza do que querem fazer, saem mais perdidos do que quando entraram. Essa geração recebeu as maiores oportunidades da história mas não tem propósito e sai ao mercado de trabalho sem conseguir alinhar estudo com atuação profissional. Esses jovens entraram na faculdade entendendo que o Brasil é a bola da vez, não o país do futuro, como na geração anterior. Então eles pensavam que seria fácil. E a situação econômica reforçou a visão educacional que os pais passaram aos filhos. O que eu quero com os vídeos é trabalhar isso em várias esferas. Quero criar o Movimento Y para que eles possam alinhar sonhos, valores e formação, porque os empregadores e educadores não estão conseguindo ajudá-los neste sentido, porque são de gerações diferentes.

P. E, até o momento, qual é o diagnóstico?

R. Percebemos que eles receberam tudo pronto. É uma geração cujos pais conseguiram uma série de conquistas, onde ambos trabalhavam e, em alguns casos, tentam suprir essa ausência ofertando benefícios materiais e financeiros. Principalmente para que esses jovens não precisassem passar pelas necessidades que eles passaram. É uma geração que não tem experiência profissional nem de vida. O grande desafio da vida deles é passar no vestibular. E ele acha que seguindo o roteiro de entrar na faculdade e conseguir um estágio automaticamente resulta em êxito profissional. Só que quando ele chega ao mercado ele encontra um chefe diferente. É a primeira vez que ele vai ouvir não, que terá que confrontar ideias. E ele não tem isso desenvolvido, o que chamamos de senso de frustração.

P. E eles têm consciência disso?

R. A justificativa que ouvimos deles é “a empresa não está alinhada com aquilo que eu imaginava”. Só que eles não sabem que chegando no outro emprego vai acontecer a mesma coisa. E isso é o que as empresas reclamam, de não conseguir atender essa geração nem encaixá-la nos perfis ou vagas que possuem.

P. E como se conserta isso? Porque se ele sai preparado e se frustra, e as empresas também se decepcionam com ele, é uma situação complicada…

R. O que estamos tentando fazer é mudar o processo motivacional, porque ele está deturpado. Antes de criar um desejo esse jovem já recebe uma recompensa. São crianças de 12 anos ou menos que ganham um iPhone sem saber a utilidade daquilo. A ideia é simples: você chama o jovem para um desafio, não vale uma disciplina obrigatória, ele precisa estar aberto a isso. Depois, explicamos que ele precisa participar do processo da criação de um projeto. Só que descontruímos o projeto. E quem vai determinar o desafio, o desejo, o objetivo final, é ele. Nosso papel é orientar.

P. E funciona?

R. Em 1996 desenvolvi um projeto nacional para dar sentido de vida para os jovens universitários através do terceiro setor. Funcionou muito bem, surgiram ótimas ideias de empresas e sustentabilidade. Estamos começando agora uma turma de empreendedores políticos para um país sustentável, a RAPS. Tivemos 171 inscrições de jovens de 20 estados do Brasil. De diversas classes sociais, um da periferia do Rio, outro que estuda com bolsa em Harvard e outro que tem um projeto social na Cidade Tiradentes. São jovens que querem achar um sentido para sua vida por meio de uma atuação político-institucional. Se você dá oportunidade e orienta, o resultado é maravilhoso. Existe essa oportunidade na área de empreendedorismo, sustentabilidade e política. Se esta geração está tão bem preparada, fala línguas e são conectados, é uma grande oportunidade oferecer um sentido bacana para eles dentro daquilo que o país precisa, que são essas três áreas.

P. Será que convém esperar a que cheguem na Universidade para mudar essa mentalidade?

R. Eu convivo com esse público e a sensação que eu tenho é que a maioria dos jovens desta geração acham que vieram para o mundo pensando que é uma festa openbar. Que eles merecem uma festa, receber do bom e do melhor. Só que não pensam que alguém precisa colocar a bebida para gelar, organizar e arrumar a bagunça depois. Eles precisam ralar, arriscar, aprender, refazer, não desistir, como sempre foi, seja na Universidade ou na vida. Não é porque nasceram com a internet que o mundo vai mudar por conta disso. Existe um período de ajuste geracional que esse pessoal terá que encarar e isso começa em casa.

P. E o papel dos pais? Mudou?

R. Acho que grande parte da existência da geração Y está relacionada ao novo modelo de casamento e relações familiares. Ninguém precisa assumir nada com ninguém para ter sexo, nem namorar, muito menos casar. A relação social do casamento está totalmente diferente e isso influencia essa geração porque eles crescem com a liberdade de fazer o que querem, na hora que querem. Antes morar com os pais era um sinal de fracasso. Eles agora assumem que não têm a necessidade de casar, porque seria um compromisso financeiro para constituir família.

P. É uma questão de imaturidade, então

R. O fim da adolescência e o início da vida adulta sempre foi entendido que terminava aos 21 anos. As recentes pesquisas de neurociência indicam que agora a adolescência acaba entre 26 e 28 anos. Isso significa que antes disso eles não têm o cérebro definido e as decisões de livre arbítrio também não estão desenvolvidas. Já se sabe que as crianças que cresceram jogando videogame têm um desenho cerebral diferente, mas a imaturidade também faz parte. É por conta dela que eles têm medo de encarar desafios, de querer tudo pronto. Eles optam por uma oferta de conforto por mais tempo até entenderem que precisam sair e encarar a vida.

 Compartilhando o artigo publicado por http://blog.comshalom.org/carmadelio/49148-o-jovem-de-hoje-acha-que-a-vida-e-uma-festa-openbar



Ciência Como nosso cérebro nos torna quem somos Bem mais do que comandar nosso corpo, o cérebro molda quem somos: cada um de nossos comportamentos é o resultado da atividade de circuitos cerebrais formados ao longo da vida
2015/09/27 22:39:02

Ciência

Como nosso cérebro nos torna quem somos

Bem mais do que comandar nosso corpo, o cérebro molda quem somos: cada um de nossos comportamentos é o resultado da atividade de circuitos cerebrais formados ao longo da vida.

Se o que somos é o resultado de nossas funções cerebrais, é importante esclarecer que as pessoas não são pré-determinadas, mas se constituem ao longo de sua vida. Somos todos diferentes não apenas porque resultamos de uma constituição genética diferente, mas porque vivemos diferentes experiências. No final das contas, ambos fatores, a genética e a experiência, agem sobre os circuitos neurais, sobre as conexões entre os neurônios, as sinapses. A cada aprendizagem, as sinapses de novas memórias são reforçadas, enquanto fatos esquecidos são sinapses enfraquecidas. Cada comportamento é o resultado da atividade dos nossos circuitos cerebrais formados ao longo da vida. É graças a essa plasticidade que experiências traumáticas podem ser superadas, que nosso humor é adaptável ao contexto, que nossas atitudes podem melhorar com nossos erros. Com essa plasticidade podemos ir mais longe. Inventamos, planejamos a longo prazo, dimensionamos as consequências de nossos atos. No entanto, muitas dessas capacidades não são exclusividade humana. O cérebro vem evoluindo há milhões de anos. Mantemos kits neurais básicos de sobrevivência, presentes em todos animais. Responder a certos estímulos, regular nossas vísceras, corrigir a postura corporal e a locomoção, formar memórias, manifestar nosso medo e raiva fazem parte deste kit.

Muito já se conhece sobre localizações de funções no cérebro, mas os neurocientistas seguem mesmo interessados em decifrar a área mais desenvolvida que os humanos possuem: o pré-frontal. Se há uma área em que podemos localizar nossa personalidade, essa seria o pré-frontal. Há pesquisas incríveis sobre o desenvolvimento das funções pré-frontais nas crianças quando estimuladas a planejar, antecipar e reconhecer consequências de suas atitudes e colocar-se no lugar do outro. Capacidades que estamos acostumados a cobrar apenas dos adultos.

A neurociência, querendo ou não, cai como uma luva no quesito multidisciplinaridade. Quem mais senão o cérebro poderia estar vinculado a tantas, se não todas, facetas humanas? Sobre o cérebro, do ponto de vista molecular ao emocional e comportamental, muito vem sendo compreendido. Só que ao conhecê-lo melhor, deparamos com a realidade nua e crua dos mecanismos neurais, que pode, à primeira vista, ir contra preceitos até então soberanos. É o caso do livre-arbítrio. Ao ver como o cérebro processa e avalia decisões, encaramos o fato de que muita atividade neuronal já aconteceu antes de nos darmos conta de nossas vontades e intenções. Também é sabido que não há atividade cognitiva sem emoção – nem que seja uma pitada. Além disto, é bem estabelecido que o cérebro não toma qualquer decisão sem consultar a fisiologia do corpo. Uma área cerebral chamada lobo da ínsula, mais desenvolvida nos humanos que em outros primatas, faz isso. Seus neurônios analisam os dados que recebem, associando uma sensação subjetiva emocional antes de tomarmos uma decisão, especialmente sobre problemas difíceis, que envolvem relações sociais.

Outras áreas mais desenvolvidas no nosso cérebro são as da linguagem. Diz-se que a linguagem verbal é um dom da espécie humana. Ainda não há um veredicto final da ciência sobre isso, mas sim, é bem provável. Regiões específicas cerebrais processam os léxicos fonológico, sintático e semântico. Essa função que tanto comanda as nossas vidas localiza-se, na maioria das pessoas, no hemisfério esquerdo, enquanto a musicalidade emocional da fala ocupa uma localização similar, mas no hemisfério direito. A aprendizagem da linguagem pelas regiões cerebrais responsáveis floresce em conexões sinápticas e, com poucos meses de vida, independente da formação cultural de um povo, o cérebro aprende a reconhecer os fonemas da língua falada a sua volta, associando-os à mímica facial típica de cada som, seguindo um padrão universal. Mas, de novo, descobriu-se que não somente as crianças, mas outros mamíferos também são capazes de perceber categorias fonéticas.

Por isso, se quisermos entender por que somos como somos, precisamos também conhecer o cérebro dos outros animais. As pesquisas do grupo de Suzana Herculano-Houzel reconhecem que o encéfalo humano não possui um número excepcionalmente maior de neurônios cerebrais que explique as nossas habilidades cognitivas superiores. Talvez o que possa justificar essa diferença cognitiva seja a incrível ideia que nossos ancestrais tiveram de, um dia, cozinharem a comida que consumiam. Daí pra diante, nosso cérebro que arduamente orquestrava comportamentos e trabalhosas funções digestórias e metabólicas para obter energia de alimentos crus pôde, então, se dedicar a outras atividades, como falar, filosofar, criar. E a história humana tomou um rumo diferente das outras espécies.


A neurociência, querendo ou não, cai como uma luva no quesito multidisciplinaridade
Arte de Thais Longaray, ZH

10 LIVROS PARA MELHOR COMPREENDER O CÉREBRO

> O ERRO DE DESCARTES
Obra do português António Damásio que apresenta uma nova visão para o papel das emoções no pensamento. Para Damásio, o “erro” do filósofo René Descartes(1596 – 1650) mencionado no título provocativo era abraçar exclusivamente a lógica e prescindir, em sua teoria do pensamento racional das emoções, ignorando que as emoções também tomam partem em nossos processos de raciocínio. (Companhia das Letras, 336 páginas)

> O CÉREBRO NOSSO DE CADA DIA
Um dos livros que tornaram a neurocientista Suzana Herculano-Houzel um dos nomes mais conhecidos pelo grande público entre a atual geração de pesquisadores brasileiros. A autora apresenta os resultados das mais recentes pesquisas neurológicos sobre temas do cotidiano, como a razão das cócegas, distúrbios de fala, por que o bocejo é contagioso e outros aspectos do dia a dia estudados ou tangenciados por pesquisas neurológicas de ponta. (Vieira e Lent, 224 páginas)

> RÁPIDO E DEVAGAR
Vencedor do Nobel de Economia, Daniel Kahnemann apresenta neste livro sua teoria sobre duas formas de pensar que nosso cérebro executa. O primeiro seria o pensamento rápido, orientado por intuição e fatores emocionais, e o segundo seria o pensamento devagar, mais lógico e reflexivo. Em vez de dispensar o pensamento rápido, Kahnemann analisa seus processos e especula o quanto podemos confiar nele. (Tradução de Cássio de Arantes Leite. Objetiva, 608 páginas)

> CÉREBRO & CRENÇA
Defensor acirrado do ceticismo e crítico de dogmas de qualquer natureza, religiosa principalmente, Michael Shermer,  fundador da revista Skeptic e colunista da Scientific American, cruza neurologia e ciências sociais neste livro. Ele discute os fundamentos científicos, embora muitas vezes pouco conhecidos, para vários relatos de experiências sobrenaturais de fundo religioso. Para ele, o conhecimento só vem quando o homem resiste ao impulso da crença. (Tradução de Eliana Rocha. JSN Editora, 390 páginas)

> O OLHAR DA MENTE
Uma série de relatos de casos escritos com a prosa envolvente de Oliver Sacks e que discutem as consequências, no dia a dia, de uma série de distúrbios, principalmente os da visão. Os relatos, mesclando verve e erudição, se entrecruzam com as memórias do autor do momento que passou de médico a paciente, devido ao diagnóstico de um câncer em um dos olhos. (Tradução de Laura Teixeira Motta. Companhia das Letras, 232 páginas)

> O CÉREBRO HUMANO
Com o subtítulo Uma Visita Guiada, este volume da pesquisadora britânicaSusan Greenfield é um autêntico exemplar de divulgação científica, fazendo um apanhado dos avanços realizados pela ciência neurológica a respeito do cérebro nas últimas décadas. Um resumo abrangente sobre o funcionamento do cérebro, o que se sabe sobre sua evolução e como ele é afetado pelo impacto de acidentes ou pelo uso de drogas. (Tradução de Alexandre Tort. Rocco, 148 páginas)

> MUITO ALÉM DO NOSSO EU
O neurologista Miguel Nicolelis discute neste misto de divulgação científica e livro de memórias algumas funções do cérebro, o que a neurociência já sabe sobre a anatomia do órgão e como ele pode ser interconectado à tecnologia. Neste ponto, Nicolelis também faz um apanhado do resultado de seu tempo de pesquisa nesse campo, e que perspectivas a interação entre cérebro e cibernética trará no futuro. (Companhia das Letras, 552 páginas)

> SUBLIMINAR
Físico de formação, o americano, Leonard Mlodinow relata neste livro “como o inconsciente influencia nossas vidas”, como entrega o subtítulo. Mlodinow. Cada capítulo apresenta campos em que psicólogos e neurocientistas veem traços do inconsciente em ações tomadas pelo cérebro no “piloto automático”. Desde percepções visuais até nossas interações com indivíduos e grupos. (Tradução de Claudio Carina. Zahar, 304 páginas)

> COMO A MENTE FUNCIONA
Steven Pinker
 faz um cruzamento exaustivo entre a biologia evolutiva e os estudos cognitivos da neurociência. Pinker mapeia as raízes evolutivas que levaram nosso cérebro a desenvolver funções executadas como tomadas de decisões e o aprendizado do ambiente que nos cerca. (Tradução de Laura Teixeira Motta. Companhia das Letras, 672 páginas)

> A ARTE DE ESQUECER
Para o neurologista Iván Izquierdo, pesquisador da PUCRS e especialista em questões de memória, esquecer não é necessariamente um incômodo, e sim um mecanismo de escape do cérebro para evitar a saturação de informações e centrar-se nas memórias essenciais que nos definem. É o que ele defende neste livro que discute por que esquecemos o que esquecemos e o que isso revela sobre quem somos. (Vieira e Lent, 136 páginas)

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Feedback
2015/08/21 13:02:08
A prática de dar e receber feedback melhora os resultados da aprendizagem, pois autodireciona e proporciona automaticamente a autoreflexão sobre seu comportamento de forma crítica (ZEFERINO, DOMINGUES e AMARAL, 2007).


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10 filmes que podem impulsionar sua carreira
2015/05/11 16:34:19
 Olá pessoal!

Sabemos que os filmes são feitos basicamente para diversão, como entretenimento mesmo. Mas sabemos também que muitos deles podem nos ensinar alguma coisa e funcionar como um forte agente motivacional, nos impulsionando a tomar uma atitude.

Já deve ter acontecido com você deassistir algum filme e sair diferente do cinema. Assim como livros, as produções cinematográficas têm a capacidade de nos tocar de um jeito que até chegam a influenciar decisões de nossas vidas pessoais e profissionais.

Quer um exemplo. Olha só esta frase: “Compramos coisas de que não precisamos com o dinheiro que não temos para impressionar pessoas das quais não gostamos” (filme Clube da Luta). Interessante, não é?

Pensando nisso, o site americano Lifehack selecionou 10 filmes que podem impulsionar sua carreira. Além de se divertir, você ainda aprende algo de útil, quer combinação melhor?

Confira os 10 filmes e 10 lições para aprender:

1. O Lobo de Wall Street (2013): impulso e prosperidade

Polêmico. Politicamente incorreto. Não é uma aula sobre o que fazer. Mas esse filme tem a capacidade de fazer você reavaliar sua vida atual e suas metas. Baseado na história real de Jordan Belfort, “O Lobo de Wall Street” mostra que há coisas que o dinheiro não compra. Além disso, é impossível assistir a esse enredo sem se sentir instigado pela atuação de Leonardo DiCaprio.

2. As Palavras (2012): mereça seu trabalho

Filme em que Bradley Cooper aparece num papel de um escritor que enfrenta problemas com sua produção literária. “As Palavras” demonstra como pode ser difícil lidar com o sucesso, ao ponto de fazer você desistir ou até a copiar o trabalho de alguém. Esse filme certamente vai inspirá-lo a fazer o melhor que pode com o que tem.

3. Sem Limites (2011): colocar as coisas em prática

Outro longa no qual Bradley Cooper interpreta um escritor que passa a vida procrastinando até ser apresentado a uma nova droga, quando então começa a ter iniciativa e a progredir. Calma. Esse filme não á uma apologia ao mundo das drogas, no entanto ele vai despertar em você a vontade de produzir resultados e, sobretudo, fazê-lo pensar sobre todas as coisas que poderia estar fazendo com sua vida.

4. A Rede Social (2010): exercício do direito

“A Rede Social” é um filme que mostra a trajetória de Marck Zuckerberg, fundador do Facebook e que inspira qualquer pessoa a se sentir merecedora do sucesso. A trama mostra ainda alguns dos inconvenientes que um profissional bem sucedido enfrenta, como traição e armadilhas legais.

5. Sim, Senhor (2008): oportunidade

Qualquer um pode se divertir com essa comédia. Carl Allen, interpretado por Jim Carrey, é um profissional não realizado que vive uma vida mediana. Após participar de um seminário de autoajuda, sua vida tem uma interessante reviravolta. Esse filme mostra o poder da palavra “sim” e leva a uma reflexão sobre as oportunidades que você pode ter perdido ao dizer “não”.

6. O Segredo (2006): atitude positiva

O Segredo é baseado no filme “The Law Of Attraction” (que, por sua vez, é uma versão do livro de mesmo nome). Ainda que muitas pessoas mantenham um posicionamento cético em relação às leis da atração, o filme traz uma mensagem bastante positiva sobre a vida e mostra que uma mudança de pensamento pode levar a uma vida melhor. Por isso, “O Segredo” é perfeito para aquelas pessoas que estão precisando de inspiração e motivação.

7. À Procura da Felicidade (2006): determinação

Outro que é baseado em uma história real. Will Smith interpreta um vendedor que é abandonado pela mulher e chega a morar nas ruas com o filho. Esse filme emocionante irá provar que nunca podemos desistir de nós mesmos e muito menos deixar que as circunstâncias destruam nossos sonhos.

8. Clube da Luta (1999): materialismo e desapego

“Clube da Luta”, de David Fincher, oferece mais de uma lição sobre sucesso. Ele pode ser visto várias vezes e em cada uma delas você conseguirá reconhecer um ensinamento importante. Deles, os dois que mais se destacam são materialismo e desapego emocional. De acordo com o personagem Tyler Durden, o Clube da Luta é sobre se libertar das correntes da vida moderna, que “aprisiona e castra” você, ao estar disposto a gerar e sentir dor e risco de morte. Ao ver o filme, vá com calma. Não vá sair por aí repetindo tudo a que assistir lá (quem já viu, sabe do que estamos falando!). Nesse caso, é fundamental ler as entrelinhas e saber pinçar os ensinamentos dispersos no meio do enredo, certas vezes, caótico.

9. Gênio Indomável (1997): competência e capacidade

“Gênio Indomável” é um filme comovente, que contém grandes conversas entre os personagens Will Hunting (Matt Damon) e Sean Maguire (Robin Williams). Esse longa-metragem é para aquelas pessoas que têm algum talento, mas não se acham dignas de sucesso. Ele vai inspirar você a mostrar que é competente.

10. O Homem dos Músculos de Aço (1977): autoconfiança e autoafirmação

Ao contrário do que parece, “O Homem dos Músculos de Aço” não é destinado para os amantes do fisiculturismo apenas. Ao compartilhar sua mentalidade, atitude e crenças pessoais, Arnold Schwarzenegger faz do documentário uma grande inspiração para aqueles que querem desfrutar o poder que é ter autoconfiança e autoafirmação.

Divirta-se e aprenda!

Até mais.

Postado por:   em Guia da Educação

O TREINO FAZ A DIFERENÇA!!!!!!
2015/04/27 18:08:22
Quanto mais usado, melhor
 
“Quanto mais experiência têm os taxistas londrinos navegando (sempre de cor) pela 
 
cidade, maior fica a porção de seu hipocampo que representa a memória espacial.” 
 
“Quem diria, seu cérebro ganha de longe de qualquer computador. Sua 
 
máquina pessoal interna é portátil; faz muito mais com menos energia 
 
(funciona com uma potência de uns 22 Watts, menos do que opera uma 
 
lâmpada de abajur, contra 100 a 200 W para um desktop) ; reconhece 
 
facilmente padrões em imagens que programas elaborados ainda penam para 
 
avistar; e, melhor de tudo, somente o seu cérebro se adapta ao uso que faz 
 
dele mesmo, ficando cada vez melhor e mais ajustado ao que faz. Seu cérebro, 
 
graças à plasticidade que mantém ao longo da vida, se torna cada vez mais 
 
“seu”, cada vez mais personalizado. 
 
As primeiras evidências de que mesmo o cérebro adulto é capaz de se 
 
modificar conforme é usado – ou seja, ainda é plástico, moldável como o 
 
material – vieram nos anos 1980. O neurocientista americano Michael 
 
Merzenich mostrou que, em macacos que precisavam usar a ponto dos dedos 
 
mais longos para tocar um disco giratório e ganhar comida, a representação no 
 
córtex cerebral desses dedos, e somente deles, expandia, conforme cada vez 
 
mais neurônios codificavam a informação que vinha dos dedos. Com isso, as 
 
pontas desses dedos se tornavam mais sensíveis, capazes de discriminar 
 
detalhes cada vez menores. 
 
Na década seguinte, quando a ressonância magnética funcional 
 
começou a revelar a atividade de regiões diferentes do cérebro de pessoas 
 
acordadas sem que fosse preciso abrir sua cabeça para inserir eletrodos, como 
 
nos macacos de Merzenich, descobriu-se que o mesmo também acontecia com 
 
humanos que usavam maciça e preferencialmente somente alguns dedos: 
 
violinistas profissionais, cuja atividade depende da habilidade de posicionar ágil 
 
e precisamente os dedos da mão esquerda. Estudos mostraram que a 
 
representação cortical destes, e somente destes dedos, fica aumentada no 
 
córtex somestésico (quer dizer, tátil e proprioceptivo) correspondente. E quanto 
 
mais tempo os músicas tivessem de prática, maior era a representação cortical 
 
dos seus dedos da mão esquerda, e maior sua sensibilidade. 
 
Logo se descobriu que o princípio não se aplica apenas à sensibilidade 
 
sensorial. Em um dos estudos que fizeram história na área, a inglesa Eleanor 
 
Maguire e seus colegas mostraram que quanto mais experiência têm os 
 
taxistas londrinos navegando (sempre de cor) pela cidade, maior fica a porção 
 
de seu hipocampo que representa a memória espacial. 
 
Mas tudo isso parece ser resultado de uso altamente especializado, 
 
intenso e profissional de habilidades do cérebro. E com os outros de nós, reles 
 
mortais, que usamos nossos dedos para fazer coisas mais mundanas e menos 
 
poéticas ou desafiadoras, como por exemplo... digitar no celular? 
 
Pesquisadores na Suíça e no Reino Unido resolveram abordar 
 
exatamente essa questão, aproveitando-se do registro de uso que todo 
 
smartphone leva em si, e do fato que ainda há neste mundo (e talvez não por 
 
muito mais tempo) usuários de telefones que são, bem, apenas telefones. 
 
E quanto mais intenso, e quanto mais recente, houvesse sido o uso do 
 
smartphone nos dez dias anteriores, maior era a ativação da representação 
 
cortical do polegar. Quem diria, usar seu smartphone muda o seu cérebro – e, 
 
só nos resta inferir, de um jeito que torna esse uso cada vez mais fácil e 
 
SUZANA HERCULANO-HOUZEL
 
Neurocientista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), autora do livro 
 
Pílulas de neurociência para uma vida melhor (Sextante, 2009)

Reportagem extraida da revista Mente  Cerebro 
anoXXI
n 266
Novidade: Basile Estudo Orientado
2015/03/31 19:30:32

A Basile proporciona aulas particulares específicas para todas as disciplinas do Ensino Fundamental, Médio, Vestibular e Ensino Superior, preparando os alunos para o sucesso em Vestibulares e Vestibulinhos. “Nosso objetivo é suprir lacunas, defasagens e dificuldades em matérias específicas, trazendo ao aluno condições de, ao término, caminhar sozinho”, explica Maria Tereza. As aulas são dadas de acordo com asA psicopedagoga Maria Tereza Gomes Basile abriu há 6 meses as portas do Basile Estudo Orientado na Rua Cerro Corá, 613. O novo espaço trabalha para acolher, incentivar, apoiar e estimular os jovens e suas famílias nos processos de aprendizagem. “Já trabalho há 18 anos com aulas de reforço em diversas disciplinas e aqui vamos também dar ênfase na melhoria da organização do estudo do aluno, ajudando a criar métodos e uma rotina de estudo para melhorar seu desempenho”, explica a Maria Tereza, diretora do Basile Estudo Orientado.  necessidades e lacunas que o aluno apresenta, usando seu material didático e preparando o aluno especificamente para o que ele está precisando no momento.

 Outro aspecto essencial da missão de Maria Tereza é o dar orientação e suporte completo nos processos de mudança de escola, preparação a testes, psicodiagnósticos, dificuldades de aprendizado, desmotivação e lacunas de conteúdo. No Coaching Psicopedagógico e Educacional, a especialista da Basile Estudo Orientado analisa caso a caso faz o aconselhamento para pais e alunos sobre diversos aspectos como estudo, aprendizagem, e condutas a serem adotadas no quesito educação, escola e disciplina. Para Maria Tereza, o essencial neste trabalho é despertar e desenvolver talentos e habilidades respeitando, estimulando e valorizando as características de cada um.

Entre os novos projetos da Basile Estudo Orientado está o Curso unificado de redação e literatura para vestibulares, cujo objetivo é oferecer a análise dos livros indicados pela Fuvest e Unicamp,  extraindo dessa leitura analítica os temas para produção de textos. Outro curso é o de Fotografia Básica, no qual será exercitada a criatividade e a identidade fotográfica das pessoas.

--       

 
3022-2263
3022-2264
 
         

Jornal da Gente Ano /13 nº 655
 
 
 
Como estudar: Ensine seu cérebro a se concentrar
2015/03/29 13:38:37

Deixar o celular longe, reunir o material de estudo de forma organizada, desligar a TV, sair da Internet, deixar água e algum lanche por perto, ficar sozinho e seguir um bom planejamento ajudam a melhorar o rendimento quando você precisa estudar, mas… cadê a concentração?

Se mesmo com toda a preparação do mundo seus pensamentos continuam bem longe da matéria que você precisa estudar e está difícil focar no mesmo texto ou exercício, dê uma olhada nestas três técnicas. Você pode usá-las separadamente, ou fazer um combinado para ajudar seu cérebro a se concentrar. Sim, é possível treinar o cérebro para focar numa única tarefa por mais tempo, do mesmo jeito que se pode treinar o corpo para fazer musculação, aprender capoeira, dançar ou correr uma maratona.

Técnica do Intervalo
Se está difícil de se concentrar, forçar a barra para passar horas e horas diante dos livros não ajuda em nada. Se a ideia é começar a treinar seu cérebro para tirar o melhor proveito das suas horas de estudo, vale começar aos poucos.
A Técnica Pomodoro, inventada em 1980 por Francesco Cirillo, é um método de gerenciamento do tempo. A ideia é simples: usar um timer para marcar pequenos períodos de produtividade. Você pode usar um daqueles timers de cozinha, qualquer relógio ou mesmo o seu celular. O método recomenda 25 minutos de concentração, mas você pode chegar lá aos poucos.

Antes de iniciar sua tarefa, lista de exercícios ou leitura, programe o alarme para um tempo curto, digamos, 10 minutos. Ao fim desse intervalo, faça uma pausa de dois minutos. Repita até completar quatro ciclos e faça uma pausa maior. Vá aumentando o tempo de concentração aos poucos, de cinco em cinco minutos, até alcançar o período ideal para você.

Só mais cinco…
Não, não são aqueles “só mais cinco minutinhos” quando o despertador toca de manhã cedo. É uma técnica para resistir à vontade de largar tudo que bate diante de uma tarefa extensa ou aborrecida demais. É uma boa maneira de lidar com o desânimo que dá, por exemplo, quando aqueles 20 exercícios de Química parecem uma barreira intransponível, ou quando o livro não está nem na metade e você já pensa em desistir.

O objetivo aqui, em vez de largar tudo e sair correndo, é dizer a si mesmo que você vai fazer só mais cinco coisas antes de desistir. Podem ser mais cinco exercícios, cinco questões daquela prova do vestibular anterior, cinco páginas do texto, cinco parágrafos do livro obrigatório, ou mesmo cinco linhas! Quando acabar, do mesmo jeito que você aperta o botão do despertador pra dormir mais cinco minutinhos, fale pra si mesmo: “só mais cinco”.
Ao quebrar a tarefa “de cinco em cinco”, você vai aguentá-la por mais tempo e, quem sabe, até cumprir o objetivo sem muito sofrimento.

Meditação Instantânea
Às vezes, o que atrapalha é a ansiedade (“Tem muita matéria pra estudar, não vou dar conta!”), ou um problema qualquer que não tem nada a ver com o estudo. Nesses momentos, é importante deixar a mente livre de preocupações para que o tempo de estudo que você separou seja o mais produtivo possível.

Esta técnica de meditação pode ser aplicada em qualquer hora, em qualquer lugar. Vale para quando você precisa se concentrar nos estudos, mas também ajuda a baixar a ansiedade hora da prova.
O passo a passo é muito simples, está explicado num vídeo de mais ou menos cinco minutos e está em inglês, mas tem legendas em português.

 Clique aqui para ver o vídeo

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Blog da Basile Estudo Orientado - Aulas Particulares
2015/03/01 22:49:22
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"Os livros podem liberar os pensamentos, as idéias, a alma!"
Maria Tereza Gomes Basile



            




 

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