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ENEM 2017
2017/10/12 13:16:56


ENEM 2017
- As provas serão aplicadas em dois domingos seguidos: 05 e 12 de novembro.

Agora, ao invés de ser aplicado em um único final de semana, o Exame acontecerá em dois domingos seguidos

- 05 e 12 de novembro.

O Inep e o MEC também alteraram as ordens de aplicação das áreas de conhecimento. No primeiro domingo, serão aplicadas as provas de Linguagens, Ciências Humanas e redação do Enem 2017. No segundo, por sua vez, serão aplicadas as questões de Ciências da Natureza e Matemática.

O tempo de duração das provas no primeiro dia será de 05h30min. Já no segundo, os candidatos terão 04h30min para responder todas as perguntas. Será mantida a mesma quantidade de questões (45) em cada área de conhecimento.

Além da mudança nos dias de aplicação das provas, extinguindo o sábado, outras novas regras do Enem 2017 já foram confirmadas. Entre elas, podemos destacar o fim da certificação do ensino médio e da modalidade de treineiros, além da personalização dos cadernos de questões com a impressão dos nomes dos candidatos e descontinuidade da divulgação das notas por escolas.

O fim das provas do sábado visa beneficiar os sabatistas, que só podiam começar o Exame após o sol se pôr, além daqueles que se queixavam de cansaço na aplicação em um só final de semana.

A certificação do ensino médio ou fundamental, será realizada pelo Encceja (Exame Nacional de Certificação De Competências de Jovens e Adultos). A avaliação das escolas será realizada exclusivamente pelo Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Prepare-se para o Enem refazendo provas anteriores
2015/10/25 23:19:17

Prepare-se para o Enem refazendo provas anteriores

Treinar com provas antigas pode ajudar a acostumar com o estilo da prova e na preparação física para o exame.

As razões são simples: treinar com provas anteriores do exame pode ajudar a acostumar com o estilo da prova, o tipo de questões que costuma ser cobrado e, também, a mapear os assuntos que caem mais em cada matéria. Além disso, resolver as questões também pode servir como "termômetro" para os seus estudos, ajudando a verificar quais assuntos precisam ser estudados um pouco mais.

Reserve também alguns dias para resolver as provas inteiras nas mesmas condições exigidas na aplicação do exame, como número máximo de horas, espaço e alimentação. Nessa situação, fique longe de qualquer distração, como celular, computador, televisão ou mesmo familiares e amigos - lembre-se que, no dia da prova, nada disso será permitido! Essa é uma tática importante para treinar sua resistência e capacidade de concentração em uma prova longa, e pode ser o diferencial que o manterá focado no dia do Enem.

 

 

Enem 2014

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Enem 2012

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O tema da redação do Enem 2015 é "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira".
2015/10/25 23:11:13
O tema da redação do Enem 2015 é "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira". 
O tema da redação do Enem 2015 é "A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira". Ele foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) minutos após o fechamento dos portões do segundo e último dia de provas, na tarde deste domingo (25). 

specialistas ouvidos pelo G1 afirmaram que o tema é pertinente e atual, e disseram que, ao contrário de algumas edições anteriores, neste ano só há um tipo de posicionamento em relação ao tema: contrário à violência.

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"No ano em que o Enem propôs movimento migratório, ele dividiu os candidatos. Alguns foram mais a favor, outros acharam que ia ter falta de emprego no Brasil. No ano passado, com o tema da publicidade infantil, os candidatos também ficaram um pouco divididos. Por um lado, a publicidade ajuda a aquecer a economia, estimula o consumo, gera empregos. E tem o outro lado, o do estímulo ao consumo desenfreado, de não contribuir para a formação de cidadãos conscientes", afirmou aoG1 a professora Maria Aparecida Custódio, do laboratório de redação do Curso e Colégio Objetivo.

"Agora, defender a violência de qualquer pessoa é se colocar na contramão dos direitos humanos, e do próprio edital do Enem. Qualquer proposta que venha a fazer tem que contemplar os direitos humanos. Qualquer violência física, verbal ou psicológica é indefensável."

A especialista em educação Andrea Ramal, elogiou o tema. "Eu acho que é um tema muito pertinente. Houve uma pequena pista ontem na prova de ciência humanas com aquela citação de Simone de Beauvoir, que já trazia a questão da mulher. É um tema atual, extremamente relevante para os jovens discutirem, ainda mais considerando que os índices de violência contra a mulher realmente pertinente no Brasil", afirmou ela ao G1.

"A gente pode comparar o Enem a um fórum de debates sobre direitos e deveres dos cidadãos. É como se o Enem convocasse 7 milhões de estudantes para discutirem uma questão, e uma questão social pertinente como a violência da mulher. Acredito que foi uma escolha muito feliz do tema porque ainda não conseguimos vencer essa chaga tão horrorosa. A aplicação da lei ainda não se efetivou", explicou Cida.

Segundo ela, os estudantes do colégio participaram de um simulado sobre o mesmo tema, que abordou a aprovação da lei do feminicídio, no primeiro semestre deste ano.

"Se trata de uma questão social, uma prioridade nas questões sociais, e também um tema no qual os alunos estão bastante acostumados. Muitos dos candidatos que estão fazendo a prova nesse momento já se depararam com a violência em algum momento, seja em casa, ou com algum vizinho ou conhecido.

Para Claudio Caus, professor do Cursinho da Poli, o tema "vai ao encontro do estilo do Enem por trabalhar uma questão social" e "trouxe uma reflexão, pois o assunto não é trabalhado na mídia como deveria".

A proposta foi bem elaborada, segundo ele, mas muito focada em dados sobre a violência contra a mulher, com números de homicídios.

"Faltaram textos com maior reflexão, no sentido de campanhas contra esse fenômeno. Foi uma falha, pois o importante era falar sobre a persistência da violência, mas não havia texto que oferecesse aprofundamento. Também tivemos a ausência de um estudo mais reflexivo sobre o tema como referência ao candidato", afirmou Caus.

Em comparação com a prova da Fuvest, que não tem essa abordagem social do Enem, tão direta e argumentativa, Caus explica que "os temas são propostos de maneira mais abstrata ou com viés mais dissertativo, sem pedir posicionamento nem proposta de intervenção".

Abordagem do tema passa pela Lei Maria da Penha
Segundo Andrea Ramal, para que uma redação do Enem 2015 tenha uma nota alta, é obrigatório citar a Lei Maria da Penha no texto. "A não ser que a lei já seja um dos textos motivadores, precisa ser citada. Tem que falar da relevância dessa lei, se vem sendo cumprida ou não, e por que, e que outras ações para além da lei o Brasil pode tomar para resolver essa situação, porque só com a Lei Maria da Penha não resolveu."

A não ser que a lei já seja um dos textos motivadores, precisa ser citada. Tem que falar da relevância dessa lei, se vem sendo cumprida ou não, e por que, e que outras ações para além da lei o Brasil pode tomar para resolver essa situação"
Andrea Ramal,
especialista em educação

Sobre a proposta de ação, Andrea disse que, de acordo com o tema deste ano, não será possível se sair bem sugerindo medidas muito genéricas, como, por exemplo, sugerir uma lei que combata a violência contra a mulher. "Acredito que nesse caso ele vai chover no molhado. A lei já existe. Provavelmente uma proposta interessante seria sugerir mais educação desde cedo sobre o assunto, uma discussão mais aberta nas mídias sobre o tema", disse ela. "A lei tem suas limitações, seja pelo cumprimento, seja porque as pessoas ficam receosas de denunciar."

A professora Cida, do Objetivo, afirmou que, além das pistas incluídas na coletânea de textos na prova, estudantes podem discutir diversos assuntos que configuram as causas da persistência da violência contra a mulher no Brasil. Alguns deles são a falta de discussão sobre a igualdade de gênero nas escolas, que fazem com que as crianças não entendam que suas mães têm o direito de serem protegidas, e acabem reproduzindo comportamentos violentos; a falta de rigorosidade do poder público para aplicar medidas protetivas em casos de mulheres que registram boletins de ocorrência contra seus parceiros, a falta de delegacias da mulher em número suficiente no país, e a permanência da sociedade patriarcal no Brasil, que traz a "questão de encarar a mulher como sexo frágil, indo na contramão das conquistas que a mulher têm tido".

Tema causa polêmica na web
A escolha do tema da redação do Enem 2015 gerou debates e polêmica no Twitter. Houve aqueles que defendessem a abordagem escolhida pelo Ministério da Educação (MEC) e outros que fizeram críticas.

A prova de redação tem caráter dissertativo-argumentativo e os estudantes precisam escrever sobre o tema com base em textos de motivação apresentados na hora da prova. Até a publicação desta reportagem, o Inep ainda não tinha divulgado o teor destes textos. Segundo o Inep, "na prova de redação são avaliados aspectos relacionados às competências que devem ter sido desenvolvidas durante os anos de escolaridade. Os participantes devem defender uma tese – uma opinião – a respeito do tema proposto, apoiada em argumentos consistentes, estruturados de forma coerente e coesa, de modo a formar uma unidade textual".

fonte: http://g1.globo.com/educacao/enem/2015/noticia/2015/10/enem-2015-traz-violencia-contra-mulher-no-brasil-no-tema-da-redacao.html

Conselho de Graduação da USP aprova entrada pelo uso do Enem
2015/07/28 19:47:36

Conselho de Graduação da USP aprova entrada pelo uso do Enem



São Paulo - O Conselho de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) aprovou na quinta-feira, 18, a adoção do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como alternativa ao vestibular tradicional, a Fuvest, para preencher parte das vagas. A expectativa é de que as mudanças já entrem em vigor no processo seletivo deste ano. Ainda a falta aprovação do Conselho Universitário (CO), órgão máximo da instituição.

Cada faculdade teve autonomia para decidir sobre o uso do Enem e quantas vagas seriam preenchidas por candidatos do exame federal. Pela sugestão feita pela Pró-reitoria de Graduação e enviadas às faculdades, na média, 14,9% das cadeiras da USP seriam reservadas ao Enem.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo apurou, na proposta discutida pelo Conselho de Graduação nessa quinta, que levou em conta as votações internas de cada faculdade, a média de vagas via Enem foi de 13,6%.

 
 

 

Nas carreiras que aceitaram o uso do exame, a proporção de cadeiras reservadas vai até 30%. Unidades tradicionais, como a Escola Politécnica e a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), decidiram não adotar o Enem.

As cadeiras via Enem serão preenchidas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), plataforma digital do Ministério da Educação (MEC) que reúne vagas no ensino superior público. Na maioria dos casos, as vagas da USP separadas para o exame são apenas para candidatos vindos de escola pública, como propôs a administração da universidade.

Cotas raciais

A Pró-reitoria de Graduação não sugeriu recortes de renda ou raça, como prevê a Lei de Cotas, válida para as 63 universidades federais desde 2012. Poucas unidades fizeram algum tipo de reserva de vagas com o critério de cor da pele.

"A USP ainda tem muito a avançar no sentido de adotar cotas raciais e sociais em todos os cursos, tanto no vestibular Fuvest como na nova porta de entrada que é o Enem/Sisu", disseram, em nota, parte dos representantes dos alunos no conselho, após a reunião desta quinta.

Para eles, a mudança aprovada ainda é insuficiente. A Pró-reitoria já sinalizou que deve fazer o debate sobre cotas, mas apenas para os vestibulares seguintes.

A adoção do Enem é uma das principais apostas da reitoria para elevar a quantidade de calouros da rede pública na USP. A meta da universidade é ter metade dos ingressantes vindos da escola pública até 2018.

A próxima reunião do CO, que debaterá o assunto, será na terça-feira, 23. A assessoria de imprensa da USP afirmou que só se manifestaria sobre a adoção do Enem após a reunião do órgão.

Tópicos: EducaçãoEnemEducação no BrasilMECFuvestUSPUniversidades,Ensino superior
fonte Estadão -  Conteúdo - notícia de  19/06/2015
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