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 Dicas de cultura, música, artes plásticas, arquitetura e cinema.
Video anti bullying infantil
2017/06/22 19:15:56


https://youtu.be/PGxmschhkNg


http://www.contioutra.com/o-video-anti-bullying-infantil-que-esta-conquistando-o-mundo/

O vídeo anti-bullying infantil que está conquistando o mundo

“Daisy Chain” nasceu como uma história de embalar e em três anos tornou-se um dos livros interativos de maior sucesso na Austrália. E também um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet.

O australiano Galvin Scott Davis começou a notar algo diferente no seu filho, Benjamin. Sempre que chegava da escola, o menino ficava mais calado e não tinha a mesma motivação que antes. “Ele estava mais reservado e descobri que tinha sofrido bullying na escola. Não foi um caso muito grave, mas foi suficiente para que perdesse a confiança”,contou ao jornal The Guardian.

Para reconfortar o filho, Davis decidiu contar-lhe uma história de embalar de alguns dos livros infantis da vasta coleção que tem em casa, mas não encontrou nenhuma história apropriada para aquele momento. Então, decidiu inventar uma. Assim nasceu a ideia para “Daisy Chain”, um conto sobre uma menina chamada Bree Buttercup, que é perseguida por outras crianças quando tiram uma fotografia dela e a colocam em todas as árvores do parque. É o próprio Benjamin quem ajuda Bree a combatê-los usando uma corrente de margaridas, a sua flor favorita.

Num período de 3 anos, a história deixou o quarto de Benjamin para tornar-se um dos livros interativos com o maior número de downloadsna Austrália. Depois, foi feita um curta metragem com a narração da atriz Kate Winslet, que está a ser utilizado por grupos anti-bullying na Austrália, Estados Unidos e Reino Unido para a consciencialização das crianças nas escolas.

Link do vídeo:
https://youtu.be/PGxmschhkNg

Fonte:Conti outra

“Daisy Chain é um veículo para os pais abordarem o assunto do bullying com os seus filhos, independente da suspeita que as suas crianças possam ser as vítimas ou perpetradores”, disse à publicação Oscar Yildiz da organização  Australia Foundation.

O autor explicou ao The Guardian que a sua maior inspiração foi a internet. “Não sou um especialista em bullying. Sou apenas um escritor, mas parece-me que [a questão] está muito pior agora por causa das redes sociais e dos telemóveis. Os aparelhos podem ser brilhantes mas é tão fácil para alguém clicar num botão e de repente milhões de pessoas vejam uma imagem, e o impacto nas crianças é devastador”, assegura.

A primeira versão da história centrava-se mais em Benjamin e foi batizada de “Dandelion”. Como Davis trabalha numa agência digital, o processo de transformar a sua ideia numa narrativa na forma de uma aplicação pareceu-lhe natural. O resultado impressionou a própria equipa de criação: a app foi selecionada como uma das melhores de 2012 pela própria Apple, ocupou o topo da lista das aplicações com mais downloads em 2012 na categoria Livro Interativo e foi traduzida para japonês, mandarim, espanhol, alemão e francês.

O sucesso motivou Davis a adaptar o conto para o formato de vídeo. “Quando recebemos a proposta de Galvin [Davis], o que nos chamou a atenção foi a forma da história, o enredo e a maneira como a tecnologia foi utilizada não apenas para entreter como também para informar e incentivar o pensamento crítico numa audiência tão jovem”, defende Tim Phillips, gerente de plataformas da Screen Australia, que financiou o vídeo.

E como é que Kate Winslet entrou no projeto? Davis explica à publicação que conheceu a atriz durante a rodagem de um filme na época em que estava a tentar a vida no cinema. Ela lhe terá dito para “nunca desistir” dos seus sonhos – frase que nunca lhe saiu da cabeça.

“Entrei em contacto com o seu agente, mas não achei por um minuto que aceitaria. No entanto, ela respondeu e disse que gravaria [a narração do vídeo] – e que ela fez em apenas dois takes“, conta o autor.
 






Mr. Gaga, um documentário sobre a paixão pela dança
2017/04/16 19:38:15
Forte
Sublime
Magistral
GAGA - Documentário sobre a vida e o trabalho do coreógrafo Israelense Ohad Naharin , diretor artístico da Companhia de dança Batsheva.
Sua não adaptação ao trabalho já definido e pré estabelecido em outras grandes cias de dança, seu talento e sua dança "inata e pulsante", o fazem seguir por sua própria trilha, que vai sendo magistralme e de maneira singular e belíssima construída.
A expressão e sua comunicação levadas a última instância!
Obra prima, não dá para perder! 

O movimento de Gaga decorre da crença de Naharin de que "o prazer físico da atividade física é parte de estar vivo" e a conexão entre esforço e prazer através do movimento. O documentário examina a vida de Naharin e seu trabalho coreográfico, explicando como seu trabalho moldou o mundo da dança.

https://youtu.be/1jdE3q1op8U
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-243385/trailer-19554106/
http://wantedcinema.eu/movies/mr-gaga/


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Exposição: Di Cavalcanti - Colecionador de Lirismos
2016/03/24 20:10:12
Exposição exibe 50 obras de Di Cavalcanti 
 - Conquistador de Lirismos, na Galeria Almeida e Dale

Mais de 20 anos de produção do pintor modernista Di Cavalcanti serão retratados na mostra "Di Cavalcanti - Conquistador de Lirismos", na Galeria Almeida e Dale, aberta ao público a partir de sexta-feira (18). A exposição traz cerca de 50 obras, feitas entre 1925 a 1949, que abordam a cultura e o povo brasileiro.

Com curadoria de Denise Mattar e consultoria de Elisabeth Di Cavalcanti, o conjunto exposto conta com óleos sobre tela, aquarelas, guaches do artista.

Os anos de 1925 e 1949 são anos que marcaram o artista e o período entre os dois é considerado um tempo de amadurecimento em sua obra.

1925 foi o ano do retorno da primeira viagem à Europa, onde viveu por dois anos, em Paris, como jornalista. Na capital francesa, ele frequentou a Academia Ranson, conheceu Picasso, Matisse, visitou museus e exposições.

Já 1949, Di viajou ao México, quando teve contato com os pintores e muralistas mexicanos Diego Rivera (1886-1957) e José Orozco (1883-1949). A partir de 1950, Di também passou a realizar painéis e murais para a nova arquitetura modernista brasileira.

Pessoas comuns, das favelas, botecos, bordéis, festas populares e as mulheres – negras brancas, ricas ou pobres – são temas que aparecem em suas obras, no período entre as duas datas.

No dia 8 de abril, durante a feira SP-Arte, a galeria Almeida e Dale lançará o livro "Di Cavalcanti - Conquistador de Lirismos", com mais de 200 obras do artista.

O pintor 

Emiliano de Albuquerque e Mello, mais conhecido como Di Cavalcanti, nasceu em 1897, no Rio de Janeiro. Filho de descendentes dos Cavalcanti da Paraíba, desde cedo adotou como seu nome artístico.

Com a morte do pai, em 1914, Di precisou trabalhar e não cursou a Escola Nacional de Belas Artes. O artista começou sua carreira por meio da imprensa, trabalhando como caricaturista e ilustrador. Com pouco dinheiro, mas boas referências, logo conseguiu se inserir no círculo dos intelectuais dos jornais de São Paulo e Rio, e se envolveu, inclusive, com a Semana de Arte Moderna de 1922.

Na década de 1930, Di teve seu trabalho interrompido por perseguições políticas. Em São Paulo, foi preso como getulista. No Rio, como comunista. Em 1936, conseguiu fugir para Paris, onde passou alguns anos antes de retornar ao Brasil, em 1940.


Di Cavalcanti - Conquistador de Lirismos, na Galeria Almeida e Dale
Quando: Abertura para convidados dia 17 de março. Visitação: de 18 de março a 28 de maio.
De segunda a sexta, das 10h às 18h; sábados das 10h às 14h
Onde: Galeria Almeida e Dale - rua Caconde, 152 - Jardim Paulista
Quanto: Gratuito
Mais informações: 11 3887-7130 / www.almeidaedale.com.br/

"Di Cavalcanti retrata a cor e o sabor do Brasil, retrata nossa visualidade....
Pinta o subúrbio, a essência humana....
A exposição abarca as obras de 1925 a 1949, período após seu retorno da França. Ele diz que como civilizado após esse período fora ele começa a entender o Brasil."

dica de Maria Tereza Gomes Basile
Psicopedagoga
Diretora da Basile Estudo Orientado - Aulas Particulares
www.basileestudoorientado.com.br
http://m.basileestudoorientado.com.br
 
https://plus.google.com/105029700268271671534/posts/VCUn5vTGLe1





 




































 





 
 
WASSILY KANDINSKY - MUSEU ESTATAL RUSSO, SÃO PETERSBURGO CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL, BRASÍLIA, RIO DE JANEIRO, SÃO PAULO, BELO HORIZONTE
2015/09/13 22:56:24
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TUDO COMEÇA NUM PONTO 

KANDINSKY NO CONTEXTO DA CULTURA RUSSA DO FIM DO SÉCULO XIX E DO COMEÇO DO SÉCULO XX

O OBJETO COMO ATO DE LIBERDADE. KANDISNKY E A ARTE XAMÂNICA

INOVAÇÃO E TRANSFIGURAÇÃO DE MÍDIA — SOBRE O COMPOSITOR WASSILY KANDINSKY E O PINTOR ARNOLD SCHÖNBERG

A VANGUARDA ANIMADA

KANDINSKY E AS RAIZES DE SUA OBRA //  MÜNTER // BEKHTEEV // STELLETSKY ROERICH // VASNETSOV

KANDINSKY NA ALEMANHA

KANDINSKY IMPROVISAÇÕES // IMPRESSÕES // ÍCONES // XAMANISMO

ARTE FOLCLÓRICA 

SIMBOLISMO, PRIMEIRA ABSTRAÇÃO NA RÚSSIA

KANDINSKY BREVE BIOGRAFIA 
Wassily Kandinsky (em russoВасилий КандинскийMoscou16 de dezembro de 1866 (4 de dezembro no calendário juliano, então em vigor na Rússia) — Neuilly-sur-Seine13 de dezembro de 1944) foi um artista plástico russo, professor daBauhaus e introdutor da abstração no campo das artes visuais. Apesar da origem russa, adquiriu a nacionalidade alemã em 1928 e a francesa em 1939.

Vida[editar | editar código-fonte]

Nascido na cidade de Moscou,em 16 de dezembro de 1866,Wassily Kandinsky passou grande parte da infância em Odessa.Filho de pais divorciados, ele foi educado pela tia.De volta à capital russa, estudou Direito e Economia na Universidade de Moscou, chegando a diplomar-se em Direito aos 30 anos, porém desistiu dessa carreira.

Os primeiros anos em Munique[editar | editar código-fonte]

Kandinsky se casou em 1892 com a sua prima Anya Chimiakin, que o acompanhou, em 1896, quando ele se transferiu para Munique, iniciando os seus estudos em pintura .

O estilo da escola de Ažbè desiludiu Kandinsky, que preferia pintar paisagens coloridas ao ar livre, em vez de modelos "mal cheirosos, apáticos, inexpressivos, geralmente destituídos de caráter".[2]

Após vinte anos, o pintor tentou, sem sucesso, inscrever-se num curso ministrado por Franz von Stuck. Um ano depois, ingressou finalmente no curso, que frequentou até 1900. Em maio de 1901, Kandinsky foi um dos fundadores da Sociedade Artística Phalanx e lecionou na escola fundada pouco tempo depois pela sociedade. Uma das suas alunas foiGabriele Münter, que viria a ser sua companheira até 1917. Kandinsky separou-se de Anya Chimiakin em 1916.

 
Fuga, Kandinsky, 1914, óleo sobre tela

O início do abstracionismo[editar | editar código-fonte]

Na década de 1910, Kandinsky desenvolveu seus primeiros estudos não figurativos - sendo por isso considerado o primeiro pintor ocidental a produzir uma tela abstrata. Algumas das suas obras dessa época, a exemplo de "Murnau - Jardim 1" (1910) e "Grüngasse em Murnau" (1909), mostram a influência dos verões que Kandinsky passava em Murnau, notando-se um crescente abstracionismo nas suas paisagens.

Outra influência nas suas pinturas foi a música do compositor Arnold Schönberg, com quem Kandinsky manteve correspondência entre1911 e 1914.

O período da Primeira Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Quando explode a Primeira Guerra Mundial, Kandinsky é forçado a abandonar a Alemanha, partindo para a Suíça, acompanhado por Gabriele Münter em 3 de agosto de 1914, esperando que conflito terminasse rapidamente. Quando isso não se concretizou, o artista voltou à Rússia, separando-se de Münter, a 16 de novembro do mesmo ano. Aproveitando uma exposição em Estocolmo em 1916, Kandinsky permanece na Suécia, onde conhece a sua terceira companheira, a russa Nina de Andreewsky. Com o advento da Revolução Russa, em 1917, volta à Rússia, interessado e esperançoso nos rumos do país. Porém, por discordar da política cultural oficial que passa a orientar a produção artística russa, o pintor retorna à Alemanha em1921.

A Bauhaus e últimos anos[editar | editar código-fonte]

Em constante contato com as vanguardas artísticas, Kandinsky leciona na Bauhaus até 1933, quando a escola é fechada pelo governo nazista. O artista decide então transferir-se para Paris, onde permanecerá até o fim de sua vida, em 1944. Encontra-se sepultado no Cimetière ancien de Neuilly-sur-Seine.[3]

Desenvolveu a arte abstrata até o final de sua vida. Com Piet Mondrian e Kasimir Malevich, Wassily Kandinsky faz parte do "trio sagrado" da abstração.

Períodos artísticos[editar | editar código-fonte]

A criação de Kandinsky de trabalhos puramente abstratos seguiu um longo período de intenso desenvolvimento e amadurecimento do pensamento teórico baseado nas suas experiências pessoais artísticas. Chamou a esta devoção como beleza interior, fervor de espírito e uma necessidade funda de desejo espiritual, que foi o aspecto principal da sua arte.

Kandinsky aprendeu através de diversos recursos durante a sua juventude em Moscovo.Mais tarde na sua vida ele seria lembrado como sendo fascinado e estimulado pela cor como uma criança. O fascínio pelo simbolismo e psicologia da cor continuaram durante o seu crescimento, apesar de parecer nunca ter estudado arte. Em “Looks on the Past” ele relata que as casas e as igrejas eram decoradas com cores tão brilhantes que, uma vez lá dentro, teve a impressão de se estar a mover dentro de uma tela pintada. A experiência e o seu estudo sobre a arte do povo na região, em particular o uso de cores brilhantes sobre fundo negro, refletiu-se nos seus trabalhos mais recentes. Anos mais tarde, ele relacionou o ato de pintar para criar música na maneira que mais tarde viesse a ser mais reconhecido e escreveu “As cores são a chave, os olhos o machado, a alma é o piano com as cordas”.

Ele foi similarmente influenciado durante este período pela ópera de Richard Wagner Lohengrin com a qual ele sentiu que quebrou os limites da música e da melodia além do lirismo tradicional.

Kandinsky foi igualmente espiritualmente influenciado por Helena Petrovna Blavatsky (18311891), o mais importante exponente da Teosofia nos tempos modernos. A teoria teosófica solicitou que a criação é uma proporção geométrica, começando num único ponto. O aspecto criativo das formas é expressado por uma série descendente de círculos, triângulos e quadrados. Os livros de Kandinsky ecoam estes princípios básicos teosóficos.

O Cavaleiro Azul[editar | editar código-fonte]

 
Almanaque Der Blaue Reiterde 1912, capa de autoria de Wassily Kandinsky.

As pinturas de Kandinsky do período em que fez parte do grupo Der Blaue Reiter ("O cavaleiro Azul") (1911-1914), foram compostas por massas coloridas largas e bastante expressivas, avaliadas independentemente a partir de formas e linhas que já não serviam para delimitá-las. Estas seriam sobrepostas numa forma bastante livre para formar pinturas duma força extraordinária.

A influência da música foi bastante importante no nascimento da arte abstrata, como sendo abstrata por natureza, este não tenta representar o mundo exterior mas antes para expressar, numa maneira imediata, os sentimentos interiores da alma humana. Kandinsky às vezes usava termos musicais para designar o seu trabalho; ele chamou a muitas das suas pinturas espontâneas “Improvisações”, e “Composições” a outras muito mais elaboradas e trabalhadas em comprimento, um termo que ressoou nele como um orador.

Além da pintura Kandinsky desenvolveu a sua opinião como um teórico da arte. De facto, a influência de Kandinsky na história da arte do ocidente talvez resulte mais dos seus trabalhos teóricos do que propriamente das suas pinturas.

Ao mesmo tempo que escrevia “Do espiritual na Arte”, Kandinsky escreveu o Almanaque do Cavaleiro Azul, que serviram tanto como defesa e promoção da arte abstracta, assim como uma prova de que todas as formas de arte eram igualmente capazes de alcançar o nível da espiritualidade. Ele acreditava que a cor podia ser usada numa pintura como uma coisa autónoma e distanciada de uma discrição visual de um objecto ou de uma qualquer forma.

Escreveu poemas, que seguem o mesmo raciocínio desta fase.

O período de grande síntese (1934-1944)[editar | editar código-fonte]

Em Paris, Kandinsky estava bastante isolado, uma vez que a pintura abstracta - particularmente a pintura abstracta geométrica – não foi reconhecida, sendo as dos movimentos mais apreciados o Impressionismo e o CubismoKandinsky viveu num pequeno apartamento e criou o seu trabalho num estúdio construído na sua sala de estar. Formas biomórficas com flexibilidade e contornos não geométricos apareceram nas suas pinturas; formas que sugerem organismos externamente microscópicos mas que expressam sempre a vida interior do artista. Ele usou a cor puras nas suas composições que evocavam a arte popular de Slavonic e que era similar a preciosos trabalhos de marca-de-água. Nas suas obras, ocasionalmente misturava também areia para dar a textura de granulado aos quadros.

Este período correspondeu, de facto, a uma vasta síntese do seu trabalho anterior, no quando ele usa todos os elementos, e até os enriquece. Em 1936 e 1939 ele pinta as suas duas ultimas grandes composições; Lonas particularmente elaboradas e lentamente rasgadas que ele não produziu por muitos anos. Composição IX é uma pintura com umas diagonais poderosas de alto contraste e cuja forma central da a impressão de um embrião humano no ventre.

Os pequenos quadrados de cores e as faixas coloridas parecem projectar contra o fundo preto da Composição X, como fragmentos de estrelas ou filamentos, enquantohieróglifos com tons de pastel obrem o grande plano marrom, que parece flutuar no canto esquerdo superior da lona.

No trabalho de Kandinsky, algumas características são óbvias, enquanto certos toques são mais discretos e velados; isto servia para dizer que eles se revelavam só progressivamente àqueles que fazem um esforço para aprofundar a sua conexão com o seu trabalho. Pretendeu que as suas formas fossem subtilmente harmonizadas e colocadas, para ressoar com a própria alma do observador.

Poesia[editar | editar código-fonte]

Kandinsky também escreveu poemas brilhantes, abstratos, que fazem referência a cores e linhas, tais quais surgiam na percepção do artista. Sendo eminentemente vanguardistas, no entanto, seus poemas diferem de tudo quanto foi produzido por qualquer "ismo" em literatura ou poeta vanguardista conhecido, inclusive do trabalho poético de outros artistas predominantemente plásticos, tais como Picasso e Hans Arp, que tenderam a aderir, na escrita, a alguma vanguarda poética conhecida, como o Surrealismo.

 











 
Martin Gayford fala de seu livro monumental sobre Michelangelo
2015/09/12 15:27:43
O escultor e pintor renascentista Michelangelo Buonarroti (1475-1564) não era das pessoas mais agradáveis de Florença. Seus contemporâneos, como o prior da igreja de San Lorenzo, Giovan Battista Figiovanni, amigo e protetor, dizia que nem mesmo a paciência de Jó seria suficiente para aguentar o homem. Contudo, um acadêmico inglês, o professor Martin Gayford, de 63 anos, não contente com as toneladas de papel já gastas para explicar a difícil personalidade do criador do Davi - a mais conhecida escultura da Renascença italiana - resolveu, como diz, “aumentar os Alpes Apuanos dos estudos já existentes sobre Michelangelo”, fazendo da mulher Josephine sua primeira leitora e do filho Tom o compilador da bibliografia monumental (754 págs.) que acompanha a biografia Michelangelo - Uma Vida Épica, lançada pela editora Cosac Naify.


Madona de Manchester, c.1496, têmpera sobre madeira, inacabada, de Michelangelo, hoje na National Gallery de Londres

MICHELANGELO - UMA VIDA ÉPICA

Autor: Martin Gayford

Tradução: Donaldson Garschagen e Renata Guerra

Editora: Cosac Naify (750 págs., R$ 129,90).

Nas livrarias a partir do dia 21/9

 

 

TRECHO

 

"Para Michelangelo, os 'muitos dias' que passou foragido da casa do prior Figiovanni devem ter sido terríveis: à espera de que batessem à porta, ali ouvia notícias sobre prisões, torturas e execuções a amigos e colegas. Contudo (...) o papa não desejava que o mestre fosse morto ou submetido a maus-tratos.”

Detalhe de nu ao lado de Separação das Terras e das Águas, teto da Capela Sistina, Roma, pintado por Michelangelo



Sepulcro de Giuliano de Medici, duque de Nemours, 1524-34, mármore, igreja de San Lorenzo, Florença, esculpido por Michelangelo

Pietà, 1498-1500, mármore, basílica de São Pedro, Vaticano, considerada a obra-prima de Michelangelo ao lado de Davi, escultura que está em Florença



Davi, 1501-04, mármore, escultura gigantesca de Michelangelo com mais de 5 metros de altura, que está na Galleria dell'Accademia, Florença. 

fonte: Jornal Estadão - O Estado de São Paulo
Gilberto Gil e Caetano Veloso
2015/08/21 12:49:48
Gilberto Gil e Caetano Veloso
Pura emoção! 
Show histórico! Música  inédita:
As camélias do Leblon
Maravilhoso!
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Em um show de quase duas horas, Caetano Veloso e Gilberto Gil iniciaram no Citibank Hall, em São Paulo, na noite desta quinta-feira (20), a etapa brasileira da turnê "Dois amigos, um século de música". A excursão comemora os 50 anos de carreira de ambos. O repertório da "estreia" foi marcado por hits e uma surpresa.

Logo após "É de manhã", que Caetano conta ser sua música mais antiga, ele emendou: "Agora vamos cantar a mais nova. Terminamos de fazer de madrugada. Ainda mal sabemos, mas é a canção inédita que vamos lançar aqui agora".

A seguir, vem um samba gostoso com um verso repetitivo: "As camélias do quilombo do Leblon" (ouça no vídeo acima).

Na sequência, Caetano assume o protagonismo, até então dividido, com as faixas "Sampa", "Terra", "Nine out of ten" e "Odeio você".

Na parte final do show, a situação se inverte. Caetano deixa o violão de lado e se torna quase um espectador vip de Gil, que levanta o público com "Expresso 2222" e "Toda menina baiana", essa última com direito a uma dancinha de Caetano. Os fãs aprovaram.

O público, que havia começado o show tímido e cantando baixinho, quase que com vergonha de aparecer demais, aos poucos foi se soltando e chegou a se levantar nas músicas finais. O bis teve a trinca "Desde que o samba é samba", "Domingo no parque" e "Tieta", que terminou com o auditório cantando 'a luz de tieta-eta-eta' à capela até a saída dos músicos.

Teria sido um final belíssimo, mas a plateia queria mais. E conseguiu. Caetano e Gil voltaram mais uma vez ao palco para tocar "Leãozinho" e encerrar com "Three little birds", cover de Bob Marley. O show terminou, mas com uma sensação que poderia ter continuado madrugada adentro.

A dupla ainda toca em São Paulo até domingo (23), mas todos os ingressos estão esgotados. Na segunda-feira (24), começam as vendas para uma apresentação extra, marcada para outubro.

Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso e Gilberto Gil tocam e cantam juntos no 1º de três shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Caetano Veloso sorri ao lado de Gilberto Gil no 1º dos três shows deles no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Caetano Veloso sorri ao lado de Gilberto Gil no 1º dos três shows deles no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)
Gilberto Gil fecha os olhos tocando ao lado de Caetano Velos no 1º do shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)Gilberto Gil fecha os olhos tocando ao lado de Caetano Velos no 1º do shows no Citibank Hall SP, na Zona Sul de São Paulo, na noite de quinta-feira (20). A turnê batizada de 'Dois Amigos, Um Século de Música' celebra os 50 anos de carreira de cada um (Foto: Marcelo Brandt/G1)

fonte:
http://g1.globo.com/sao-paulo/musica/noticia/2015/08/caetano-veloso-e-gilberto-gil-tocam-musica-inedita-em-show-em-sao-paulo.html

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Exposição traz ao Brasil pinturas da mexicana Frida Kahlo
2015/08/16 22:55:52

Frida Kahlo
Frida Kahlo no 'Autorretrato con Monos', de 1943
Frida Kahlo no "Autoretrato com monos" de 1943

Em sua viagem ao México, em 1938, o poeta francês André Breton ficou deslumbrado com as pinturas de uma, até então, desconhecida para o mundo das artes, Frida Kahlo. O líder do surrealismo na Europa não poderia imaginar que sua anfitriã no país latino-americano criasse obras tão repletas de símbolos - naquele ano, ela pintava Lo que el agua me ha dado, autorretrato no qual representou-se deitada em uma banheira de onde emergiam pequenas cenas, como memórias, sobre seu corpo (e dele o espectador pode ver apenas seus pés). Apesar do entusiasmo de Breton, que arranjou para Frida sua primeira exposição individual, na galeria de Julien Levy, em Nova York, a artista recusou o título de surrealista. "Não pinto sonhos e fantasias, pinto minha realidade", ela teria dito.

Entre tantas histórias formou-se o mito de Frida Kahlo (1907-1954) - ela gostava de afirmar, por exemplo, que havia nascido em 1910 para que a data coincidisse com a Revolução Mexicana. Por outro lado, a pintora estampou sua biografia nas obras. Abortos, traições do marido, o pintor Diego Rivera (1886-1957), a relação de dor com um corpo debilitado pela poliomielite contraída na infância e pelo acidente de ônibus que, anos depois, lhe causou lesões na coluna e no útero, são passagens representadas em seus quadros. Entretanto, com a inauguração, em 27 de setembro, da exposição Frida Kahlo - Conexões entre Mulheres Surrealistas no México, no Instituto Tomie Ohtake, o público poderá aproximar-se não apenas do universo da mexicana como também da vida e produção de outras 15 importantes criadoras.

Trata-se de um projeto de fôlego. Até o momento, estão confirmadas 19 pinturas e 13 obras sobre papel de Frida Kahlo para a mostra, que, em 2016, também será apresentada na Caixa Cultural do Rio (de 2 de fevereiro a 27 de março) e na Caixa Cultural de Brasília (de 12 de abril a 12 de junho). Orçada em R$ 9,5 milhões, a exposição traz, na verdade, uma centena de obras e promove a oportunidade de o Brasil receber trabalhos de surrealistas reconhecidas - mas não tanto populares - como Leonora Carrington, Remedios Varo, Maria Izquierdo e Lola Álvarez Bravo.

 

Foi justamente a relação - por vezes, inédita - de Frida com outras artistas que viveram em seu país a inspiração para a concepção da mostra. "Sabia-se que Alice Rahon chegou ao México por causa de Frida, mas apenas há pouco tempo encontramos a carta na qual ela diz que comprou os bilhetes imediatamente depois de ter conhecido a artista em Paris", conta a curadora Teresa Arcq. A poeta, estilista e pintora francesa tornou-se, depois de amante, amiga próxima da mexicana por toda a vida. Elas se conheceram no fim da década de 1930 na França. "Alice tinha acabado de voltar da Índia e vestia saris indus quando encontrou Frida com seus trajes tehuana. Foi uma atração impressionante". Curiosamente, ainda, as duas tiveram biografias muito parecidas.

"Alice teve pólio quando menina e também sofreu um acidente que fraturou sua bacia. Ela teve de ficar paralisada em uma cama por cerca de um ano, engessada como Frida, e foi nesse momento que começou a desenhar", explica a historiadora. Mais ainda, continua Teresa, a francesa perdeu um filho pequeno e, desde então, nunca mais conseguiu engravidar. "Ela mancava porque tinha uma perna mais curta que a outra, como Frida", completa. A tela Balada para Frida Kahlo (1956/66), pintada por Alice Rahon com a mesma tonalidade da famosa Casa Azul da mexicana, será a obra a encerrar o percurso da exposição.

Mas é importante dizer que as conexões de Frida Kahlo com as outras surrealistas da mostra não ocorrem apenas no campo afetivo. A celebrada mexicana foi fundamental, por exemplo, para que a espanhola Remedios Varo (1908-1963) conseguisse exilar-se no México. "Não havia documento que pudesse comprovar a relação das duas, mas encontramos uma carta de Remedios de 1939 a Frida na qual ela pede ajuda para sair com o marido da Europa", diz a curadora. A artista, assim, criou um comitê junto ao consulado de seu país e sensibilizou o diplomata Renato Leduc para a causa. Pouco tempo depois, ele chegou a se casar de fachada com a inglesa Leonora Carrington (1917-2011) para que ela pudesse se mudar para as mesmas terras.

Desde que os chamados "arquivos secretos" de Frida e Rivera foram abertos, em 2006, surgem novas pesquisas em torno dos artistas. Quando a pintora morreu, aos 47 anos, seu marido, único herdeiro, doou a Casa Azul e tudo o que estava nela para o governo mexicano, mas pediu que os álbuns com documentos e fotografias pertencentes ao casal ficassem fechados por até 15 anos depois de sua morte. A mecenas e amiga do muralista, Dolores Olmedo, entretanto, conservou os papéis longe do público por mais tempo. Segundo a historiadora Teresa Arcq, está sendo realizado agora um maciço projeto para a publicação de um livro com as correspondências dos dois pintores - e ela participa da empreitada. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Leia Mais:http://cultura.estadao.com.br/noticias/artes,obras-de-frida-kahlo-chegam-ao-brasil-para-exposicao-em-setembro,1743717
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Ballett Bolshoi Coreografia Spartacus - Orquestra Sinfônica de Barra Mansa - Regente: Pavel Sorokin Coreografia: Yuri Grigorovich
2015/06/28 18:55:01

Ballett Bolshoi 
Coreografia Spartacus
Sensacional Orquestra Sinfônica de Barra Mansa - Parabéns à orquestra, impecável!!!!!
Regente: Pavel Sorokin
Coreografia: Yuri Grigorovich

Maravilhoso espetáculo!
Os bailarinos exalalam arte, talento e expressividade pelos poros!



 

 
Ballett Bolshoi - Coreografia Spartacus
2015/06/28 18:41:16

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2015/06/20 20:08:15

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