BASILE NA MÍDIA
AJUDA NA HORA CERTA
 
Com método próprio, escola oferece aulas personalizadas para várias situações.
 
A criadora da Basile estudo orientado é a Psicopedagoga Maria Tereza Gomes Basile. Ela acumulou mais de duas décadas de experiência em aulas de reforço. Iniciou seu trabalho na Escola Vésper, fundada pela sua mãe, a professora Nívea Gomes Basile, já falecida."Ela foi minha professora desde criança e com ela aprendi a gostar de Educação. E sei que é isso o que quero fazer por muito tempo ainda", diz.
 
Maria Tereza informa que a Basile faz um programa de Estudos para o aluno "de acordo com as dificuldades e necessidades que ele apresenta com relação à matéria", diz a psicopedagoga.
Feito o planejamento, o aluno tem aulas individuais com professores experientes no assunto. Preparados por Maria Tereza, os professores da Basile, segundo ela, "além de experientes passam para os alunos a motivação de que eles precisam no aprendizado". E ao tornar os estudos uma tarefa agradável e proveitosa, o aluno aprende e ganha mais autonomia e independência.
 
As dificuldades de aprendizado, explica ela, têm vária fontes: "Pode ser por conta de déficits de atenção, dislexia, hiperatividade ou porque o aluno descuidou dos estudos e recorre às aulas de reforço no sentido de recuperar o tempo perdido". Ela lembra que a participação e apoio da família são muito importantes.
 
No caso dos vestibulares para os cursos mais concorridos, como medicina e engenharia, os alunos precisam de reforço nas matérias que eles não dominam. "Fazemos um planejamento e o orientamos para um melhor aproveitamento em seus estudos". A Basile também tem Curso de Redação, Orientação Vocacional e Coatching Psicopedagógico.
 
Maria Tereza informa que a Escola oferece, sem custos, uma entrevista para análise das necessidades e propostas das grades da Estudos individualizados para cada aluno. (GA)

jan 2016






Como saber quando é:

Desatenção, TDA, TDAH, preguiça ou falta de motivação?

Essas dúvidas devem ser analisadas com muita atenção e exigem uma 

observação atenta, profunda e, muitas vezes, requerem uma abordagem 

multidisciplinar.

Vamos por etapas. Primeiro vamos entender a diferença entre TDA e TDAH, 

também chamados de DDA e DDAH, respectivamente.

TDA= Transtorno do déficit de atenção.

TDAH= Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade.

O TDAH, na verdade, é um transtorno neurológico de causas genéticas e 

reconhecido pela Organização Mundial da Saúde. Desde a infância o portador 

de TDAH apresenta desatenção, inquietude e impulsividade, sendo que esses 

sintomas permanecerão durante toda a vida. A hiperatividade tende a melhorar 

Já no TDA, o indivíduo apresenta somente o déficit de atenção não associado à 

hiperatividade, como no TDAH.

Nas crianças, o TDAH vem associado à dificuldade escolar, tanto no conteúdo 

como no relacionamento com as outras crianças, professores e com os próprios 

pais. É muito comum serem chamadas de “avoadas”, “vivem no mundo da lua”.

A hiperatividade se caracteriza, como o próprio nome diz, por um excesso de 

atividade, a criança não para quieta, diz-se que “tem bicho-carpinteiro”, “é 

elétricas”, “ligada no 220”. 

Logo, o TDAH tem associadas a falta de atenção e a hiperatividade (o que é 

O TDA é basicamente uma disfunção geneticamente herdada do córtex pré-

frontal devido, em parte, à deficiência de um neurotransmissor: a DOPAMINA. 

O diagnóstico final deve, necessariamente, ser feito por um profissional da área 

médica, em geral, um neurologista ou um psiquiatra, que receitará uma 

medicação para suprir a falta desse neurotransmissor. Em geral, o uso da 

Ritalina, Conserta ou algum outro medicamento de última geração atua no 

cérebro do portador, fazendo às vezes da dopamina, compensando essa 

deficiência. Assim, o sintoma é tratado, normalmente a concentração e o foco 

são restabelecidos durante a atuação do medicamento.

As dosagens dão um pouco de trabalho para serem acertadas, mas os 

resultados valem a pena. Ressalto, novamente, que esse diagnóstico final e 

medicamentoso só pode ser feito por um médico. Essa é uma diferença 

significativa entre uma simples desatenção e um quadro de TDAH ou TDA. A 

desatenção simples não deve ser tratada com medicamentos, somente 

desenvolvida e treinada com exercícios de foco e concentração. A ajuda de um 

profissional, como um professor ou um psicopedagogo(a), além da colaboração 

do “desatento”, é suficiente. Esse é um quadro de caráter mais transitório.

O mesmo vale para a preguiça e a desmotivação. Se muito acentuadas, é bem-

vinda a ajuda e intervenção de um psicopedagogo ou psicólogo, que podem 

auxiliar a detectar e superar eventuais causas emocionais que desencadeiem 

esses processos.

Pais, professores, psicopedagogos e psicólogos podem e devem observar 

atentamente as crianças. Havendo suspeitas de que o grau de desatenção e/ou 

agitação atingem patamares altos e, principalmente, constantes, devem 

encaminhar essas crianças ou jovens a um médico especialista, para que esse 

profissional confirme ou não o diagnóstico e, eventualmente, entre com 

medicação adequada, se for o caso.

É um processo trabalhoso e delicado, que deve receber a devida atenção. De 

qualquer forma, há soluções! A preguiça, a desatenção e a falta de 

concentração podem ser treinadas, melhoradas e vencidas, assim como o TDA e 

o TDAH, se diagnosticados corretamente, poderão ser tratados com 

medicamentos. O neuroestimulante que age como um “substituto” para a 

dopamina no cérebro, leva o indivíduo a restabelecer sua atenção e a poder ter 

o seu processo de aprendizagem restabelecido em patamares mais 

confortáveis, assim como o hiperativo consegue ficar um pouco mais tranquilo e 

exercer melhor seu papel de estudante e suas outras atividades.

Ficar atento, observar e agir são essenciais em todos os casos. 

Falaremos mais sobre esses e outros assuntos ligados à educação e 

aprendizagem nas próximas matérias. Esperamos ter podido colaborar um 

pouco e elucidado algumas dúvidas.
 

Até breve,

Maria Tereza Gomes Basile - Psicopedagoga

Revista DK - setembro de 2015


 



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